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Sáb, Set
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Russo, árabe, chinês? Violino, guitarra? Física quântica? Nosso cérebro está preparado para aprender qualquer coisa, por mais difícil que seja, e em geral conseguimos fazer isso de forma rápida.

Mas isso acontece principalmente no nosso contato inicial com alguma coisa nova. Foi o que alguns pesquisadores identificaram: há um período de aprendizagem mais produtivo nas primeiras 20 horas de contato com a matéria. Isso tem a ver com a capacidade de resposta e interesse que o nosso cérebro demonstra diante de novos estímulos.

O filósofo e psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus desenhou no final do século 19 o que chamou de "curva de aprendizagem". Ela se fundamenta em duas variáveis: um eixo vertical que representa a matéria ou o conhecimento a ser adquirido, e um horizontal, que representa as horas necessárias para o aprendizado.

Desta forma, podemos calcular o tempo que precisamos para aprender algo. Em uma empresa, por exemplo, é comum avaliar a produtividade de um funcionário conforme o tempo que ele precisa para cumprir as tarefas determinadas, e também se determina o nível de dificuldade delas dependendo do tempo necessário para realizá-la.
A aprendizagem de uma coisa nova costuma ser mais produtiva nas primeiras horas

Com o diagrama, Ebbinghaus queria ilustrar que, em nosso contato com algo novo, a maioria dos conhecimentos são adquiridos logo no início.

Depois de certo tempo, a aprendizagem diminui e entramos em um período de aperfeiçoamento, que é menos produtivo, porque demoramos mais para conseguir os objetivos.

Isso tem a ver com um processo do cérebro chamado "habituação", que é a fase mais primitiva da aprendizagem.

Diante de um estímulo novo, a resposta sensitiva e receptiva do cérebro é muito intensa. Na medida em que esse estímulo se repete, a resposta passa a ser menos potente.

Por isso, aprender algo novo, por mais difícil que seja, é um processo que acelera rapidamente, já que começamos do zero. Depois, esse nível de aprendizagem diminui.
A regra das 5 horas

Esse período de escalada na aprendizagem acontece nas primeiras horas de contato com uma matéria nova, segundo Josh Kauffman, escritor e especialista em processos didáticos e produtividade.

 Nosso cérebro está mais alerta para novas informações e estímulos - quando você 'se acostuma' com a nova informação, tende a perder o interesse

Um dos líderes da Revolução Americana, Benjamin Franklin, usava um método específico de horas para aprender coisas novas. Ele ficou conhecido como "a regra das cinco horas".

A cada dia da semana, de segunda a sexta-feira, Franklin dedicava pelo menos uma hora a aprender algo novo que ainda não conhecesse. Depois de um tempo, quando sentia que já havia adquirido um bom nível de conhecimento, passava para outra matéria.

Se aplicássemos a regra das cinco horas, a cada quatro semanas aprenderíamos algo novo com habilidade suficiente, garante Kauffman em seu livro "As primeiras 20 horas: como aprender qualquer coisa rapidamente".

Esse sistema, com algumas variações, é usado hoje em dia por empresários de sucesso, como Elon Musk, Warren Buffet, Mark Zuckerberg e Oprah Winfrey. Eles próprios confirmaram isso recentemente em declarações sobre o sucesso de suas carreiras.

A chave, portanto, parece residir em dois fatores: em nós mesmos e na nossa força de vontade para "encontrar tempo" de aprender algo "deliberadamente", como diria Franklin.

 

São quatro vagas de professor substituto, nas áreas de administração, biologia, geografia e psicologia, sendo três do Campus Bambuí uma do Campus Ouro Branco. A vaga de professor visitante é para o Campus São João Evangelista, na área de história.

(23/01/2020) Mais três editais lançados pelo Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) neste mês de janeiro preveem a contratação de docentes. São cinco vagas com inscrições abertas, sendo quatro para professor substituto e uma vaga de professor visitante. No Campus Bambuí, a seleção busca docentes nas áreas de biologia, geografia e psicologia. Já em Ouro Branco, o campus vai contratar professor da área de administração. A vaga de professor visitante, na área de história, é para o Campus São João Evangelista.

No caso do edital nº 03/2020, a seleção de professor substituto recebe inscrições até o dia 6 de fevereiro. As três vagas são para o Campus Bambuí e tem carga horária de 40 horas semanais. A remuneração varia de R$ 3.841,90 a R$ 5.402,02. Ao valor, será acrescido auxílio alimentação de R$ 458. A taxa de inscrição neste processo seletivo é de R$ 50.

Para o edital nº 01/2020, o requisito é que os candidatos interessados em ser professor substituto do Campus Ouro Branco tenham graduação em Administração. As inscrições estão abertas até 29 de janeiro e a taxa é de R$ 50. O selecionado terá regime de trabalho de 40 horas semanais e vai atuar em disciplinas que envolvam os seguintes tópicos: empreendedorismo; marketing; teoria geral da administração; comportamento organizacional; processo decisório; comércio exterior; introdução à administração pública; e economia. A remuneração é de R$ 3.841,90 mais benefícios.

As normas para a vaga de professor visitante do Campus São João Evangelista estão discriminadas no edital nº 03/2020. Neste caso, o interessado deve possuir os seguintes requisitos: ter título de doutor em História; ser docente ou pesquisador de reconhecida competência em sua área; ter produção científica relevante. As inscrições estão abertas até 16 de fevereiro, com taxa de R$ 50. O regime de trabalho é de 40 horas semanais, com remuneração que pode chegar a R$ 6.289,21. A seleção será realizada por meio de avaliação do currículo e apresentação oral do projeto.

Outras informações sobre os três editais podem ser acessadas no site www.ifmg.edu.br, onde estão os links de inscrição.

Inscrições para o Sisu 2020: como funciona o sistema de seleção unificado de universidades para participantes do Enem

 

Estão abertas as inscrições para o Sisu 2020 (Sistema de Seleção Unificado).

É a oportunidade de estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) concorrerem a vagas em universidades públicas estudais e federais de todo o país.

Neste primeiro semestre, serão oferecidas 237 mil vagas em 128 instituições de ensino.

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Os candidatos podem se inscrever até as 23h59 de domingo, 26 de janeiro — o prazo foi prorrogado em dois dias após a identificação de erros de correção em parte das provas do Enem.

Na noite de segunda-feira (20), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep, autarquia responsável pela elaboração da prova) afirmou que as "inconsistências" foram detectadas em notas de 5.974 participantes do Enem, cerca de 0,15% do total de candidatos presentes (3,9 milhões), e já foram corrigidas no sistema.
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O que é o Sisu?

Criado em 2009, o Sisu é uma das políticas de acesso ao ensino superior do Ministério da Educação (MEC), pelo qual as universidades públicas oferecem vagas a estudantes que fizeram o Enem.

A seleção acontece duas vezes por ano: uma no início do primeiro semestre e a outra no início do segundo semestre.

O processo seletivo é totalmente automatizado e utiliza as notas no Enem para classificar os candidatos.
Quem pode participar?

Para concorrer a uma vaga no Sisu 2020, é preciso ter feito o Enem 2019 e ter tirado nota acima de zero na prova de redação.

Quem fez o Enem como "treineiro", ou seja, que ainda não concluiu o ensino médio, não está apto a concorrer.
Como se inscrever

As inscrições, que vão de 21 a 26 de janeiro, são gratuitas e devem ser feitas pelo site do Sisu — é preciso ter em mãos o número de inscrição do Enem e a senha cadastrada.

O candidato deve escolher até duas opções de curso, indicando a ordem de preferência, as universidades pretendidas, o turno e modalidade de concorrência (ampla concorrência, cotas ou ações afirmativas).

As opções de curso podem ser alteradas enquanto o período inscrições estiver aberto — o Sisu considera válida a última opção registrada pelo estudante.

Caso o candidato tenha um desempenho que permita ser selecionado para ambos os cursos, prevalecerá a primeira opção.
Como é feita a seleção?

Os candidatos são selecionados com base na nota do Enem, no número de vagas em cada curso e na modalidade de concorrência.
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Image caption O Sisu é atualmente um dos sistemas de acesso ao ensino superior no Brasil

Algumas instituições de ensino exigem uma média e/ou nota mínima em determinada prova do Enem para que o candidato se inscreva em certos cursos.

Um curso de medicina, por exemplo, pode exigir uma média (soma de todas as notas obtidas nas provas do Enem, dividida por cinco) mínima igual ou superior a 560 pontos, e nota mínima de 400 pontos em Ciências da Natureza.

Além disso, as universidades podem dar pesos diferentes às notas das provas do Enem — para um curso de física ou química, pode ser que a nota de Ciências da Natureza tenha mais peso, por exemplo.

Desta forma, a nota do candidato pode variar dependendo do curso para o qual ele está concorrendo.

Enquanto durar o período de inscrição, o estudante pode consultar a sua classificação parcial, calculada com base nas notas dos candidatos inscritos na mesma opção.

Ela pode variar conforme novos candidatos forem se inscrevendo.
O que é a nota de corte?

Uma vez por dia, o MEC também divulga no site do Sisu as notas de corte — que nada mais são do que a menor nota para ficar entre os selecionados na modalidade de concorrência escolhida de determinado curso.

Ela é calculada de acordo com o número de vagas e o total de candidatos inscritos.

O estudante pode, portanto, acessar o sistema diariamente para ter uma ideia se a disputa por determinada vaga ainda é viável ou se deve alterar sua opção de curso para aumentar as chances de ser selecionado.

Segundo o MEC, a nota de corte serve apenas como uma referência para auxiliar o candidato a monitorar sua inscrição — e não representa uma garantia de que o estudante será selecionado.
Simulador de notas

O MEC disponibiliza um simulador de notas de corte do Sisu online, que permite aos candidatos consultarem as notas de corte de edições anteriores.
Resultado

O candidato pode acompanhar sua inscrição e ter acesso às classificações parciais e notas de corte por meio do site ou aplicativo do Sisu, disponível para Android e IOS.

O resultado será divulgado no dia 28 de janeiro.
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Image caption Classificação final do Sisu será divulgada no dia 28 de janeiro

Quem não for convocado, tem a opção de entrar na lista de espera.
Lista de espera

Para participar da lista de espera, o candidato não pode ter sido selecionado para nenhuma de suas opções de curso.

É importante lembrar que não se trata de um processo automático — o prazo para os estudantes manifestarem interesse em integrar a lista de espera vai de 29 de janeiro a 4 de fevereiro.

Já a convocação dos candidatos pelas universidades acontecerá entre 7 de fevereiro e 30 de abril.

No caso da lista de espera, o MEC lembra que a convocação para a matrícula cabe às próprias instituições de ensino. Desta forma, é importante que os candidatos acompanhem as convocações da lista de espera junto às universidades.
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Os estudantes que não conseguiram uma vaga na universidade por meio do Sisu têm a chance de disputar uma bolsa de estudos na rede privada de ensino superior.

Criado em 2005, o Programa Universidade para Todos (Prouni) é voltado para estudantes de baixa renda e também seleciona os candidatos com base no desempenho no Enem.

A média é calculada somando-se as notas das cinco provas do exame (Redação, Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza). Quanto maior a média, maior a chance de o aluno conquistar a bolsa. O candidato pode se inscrever em até duas opções de bolsas.

As inscrições para o processo seletivo podem ser feitas de 28 a 31 de janeiro.

 

 

O Dia do Diretor, é comemorado em 12 de novembro.

Esta data celebra o profissional responsável em gerir e administrar as decisões da escola, colaborando para construir um bom ambiente para os professores, alunos e demais colaboradores dos colégios.

Para homenagear todos os diretores bambuienses, a equipe do Jornal da Canastra convidou o Diretor do IFMG , Rafael Bastos Teixeira para falar um pouco de seu trabalho à frente do IFMG , Campus Bambuí, MG.
Eis a entrevista! Confira!

Jornal da Canastra - Por favor, sua trajetória profissional

Rafael Bastos Teixeira
Trajetória Profissional:

Cursei pós-doutorado em Produção Animal (EM-BRAPA/ Gado e Leite). Sou zootecnista, mestre e doutor em Melhoramento Animal pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Cursei especialização em Gestão Pública pela Universidade Federal de Lavras (UFLA),
Sou especialista em Julgamento de Zebuínos pela Faculdades Associadas de Uberaba (FAZU).
Desde 2008 sou professor no IFMG- campus Bambuí. Participei de diversos conselhos dentro da administração do IFMG, como por exemplo, o Conselho Superior e o Colégio de Dirigentes. Realiza pesquisa e extensão em colaboração com a EMBRAPA, a FAPEMIG, o INEP, o CNPq e associações de produtores.

JCanastra-Como é estar novamente à frente do IFMG- Campus Bambuí como diretor pela segunda vez? É preciso ter um novo olhar sobre as questões demandadas pelo Campus?

Rafael Bastos - Agradeço a confiança depositada por toda a comunidade acadêmica, pois a segunda oportunidade de estar na direção geral do IFMG- Bambuí chancela um trabalho realizado com muita dedicação. Durante os últimos 4 anos nossa unidade mudou muito, e isso faz parte do natural dinamismo de uma instituição como a nossa. Por isso, um novo olhar é fundamental para que possamos avançar como uma instituição transformadora de vidas.

JCanastra-Quais são as prioridades de sua gestão? Há algum plano de mudanças em curto prazo?

Rafael -Nossa prioridade será continuar a transformar nosso campus em uma instituição baseada na pluralidade de ideias, além, é claro, de nos tornamos uma referência através da modernização das relações insttucionais, a qual envolve toda a comunidade acadêmica. Queremos que os nossos alunos possam estar preparados para encarar um mundo repleto de oportunidades e descobertas pela frente, e cabe à nossa instituição ampliar estes horizontes do saber.

JCanastra-Quais são os principais desafios que tange a humanização do ambiente escolar?

Rafael - A Educação se faz de forma coletiva, pelas trocas de experiências, diante das particularidades culturais. Isso é fundamental para que possamos criar um ambiente escolar realmente inclusivo, sendo o diálogo entre todos os atores envolvidos neste processo a chave para o sucesso institucional. A base do ambiente humanizado, dentro ou fora da escola, é o diálogo, porque é ele quem cria espaços mais justos.

JCanastra-Como intensificar a integração entre a Instituição e a Comunidade em que está inserida?

Rafael - Nossa instituição tem trabalhado constantemente nesta integração com a comunidade a qual o IFMG- Campus Bambuí faz parte, através de diversos projetos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão. Também destaco as parcerias com a Prefeitura Municipal de Bambuí, empresas da região e órgãos estaduais. Dentro do nosso plano de trabalho, gostaria de citar algumas ações em que iremos focar:
- Implantar a TV IFMG - Bambuí;
- Criar conteúdos audiovisuais para divulgação do ensino, pesquisa e extensão;
- Criar o Boletim do Campus;
- Criar o Programa de Inovação “Como Funciona”;
- Implantar a Web Radio;
- Criar página de Egressos do Campus;
- Implantar o Estúdio de EAD no Campus Bambuí do IFMG.
É importante ressaltar também sobre um grande sonho que começa a se concretizar, a nossa ciclovia, que irá facilitar e democratizar o trânsito das pessoas entre cidade e campus. Nos últimos 4 anos trabalhamos muito e faço meu agradecimento especial aos parceiros na construção deste importante projeto: Prefeitura Municipal de Bambuí, Bambuí Bioenergia e Canastra Ambiental. Tenho certeza que ao finalizarmos esta obra, as relações entre o IFMG e a comunidade bambuiense serão bem mais próximas.

JCanastra-Haverá alguma mudança na oferta de Cursos para o próximo ano?

Rafael - Estamos em uma fase de consolidação dos cursos existente em nossa unidade, e modernização dos mesmos. Nos últimos anos tivemos a abertura de dois novos cursos, o Técnico em Administração e o Bacharelado em Medicina Veterinária. No Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do IFMG qualquer um pode verificar quais os cursos que poderão ser abertos em nossa unidade no período de 2019 a 2023. Em nossa unidade temos propostas a nível de graduação, para a Licenciatura em Geografia e Licenciatura em Educação Física, e para diversos cursos a nível de pós-graduação (Lato Sensu e Stricto Sensu). Mas a abertura de novos cursos depende de contratação de servidores, recursos orçamentários e trâmites legais para suas efe-tivações. Por isso, temos muita cautela ao falar sobre novos cursos, devido a complexidade de fatores que envolvem a efetivação dos mesmos.

JCanastra-Considerando a oferta política e econômica do país, quais os desafios para manter, melhorar e consolidar a qualidade do ensino?

Rafael - A gestão da nossa unidade e das demais tem sido um desafio constante nos últimos anos. Neste ano de 2019, completamos 51 anos de instituição e temos provado que ela se fortaleceu ao longo do tempo. No que depender de nós, continuaremos alinhados com um projeto de país que envolve pensamentos e ações bastante complexos sobre o “fazer” Educação. Pensamos muito no futuro e estamos comprometidos com a formação de indivíduos respeitosos.
Aproveito para agradecer a toda comunidade acadêmica, que mesmo diante de um cenário nacional de incertezas e reduções de investimentos, contribuiu de diferentes formas no aprimoramento da nossa qualidade de ensino, na consolidação das atividades de pesquisas, além dos avanços nos trabalhos de extensão. Isto possibilitou o avanço dos nossos estudantes, nosso maior bem, para que pudessem trabalhar sua curiosidade esua busca pelo conhecimento, exercer o espírito investigador e expressar a criatividade que lhe fazem parte.

JCanastra-Qual é o Setor mais importante do IFMG, isto é a “menina de seus olhos” em que você dedicará uma atenção toda especial?

Rafael - Trabalhamos para que todos os setores sejam protagonistas em nossa instituição. Esta nossa forma de enxergar a instituição faz do IFMG-Campus Bambuí uma referência dentro da Rede Federal de Educacão Profissional, Científica e Tecnológica. Cabe à Direção Geral proporcionar um ambiente adequado e agradável para que todos os setores possam atuar de forma conjunta e exitosa. Este conjunto de ações institucionais visa a busca pelo conhecimento nas diferentes formas de aprender e entender este mundo. Por isso afirmo que os setores terão novos desafios pela frente em razão do que somos hoje e do que queremos ser.

JCanastra-Como é gerida a questão financeira no IFMG, Campus Bambuí?

Rafael - Nossa gestão é feita de forma a dar total transparência e publicidade ao nosso orçamento, o qual é construído de forma participativa através do Sistema de Planejamento Part-cipativo (SISPLAN). Ela segue os princípios constitucionais da administração pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Temos enfrentado dificuldades com a aprovação da PEC 241 e as constantes reduções orçamentárias desde o ano de 2014, o que limita nossas ações e gera insegurança em relação aos investimentos e à manutenção da estrutura existente. Apesar disso, temos trabalho de forma incansável pelo ensino público, gratuito, de qualidade e interiorizado, e pela consolidação do IFMG-Bambuí como centro de excelência em Ensino, Pesquisa e Extensão

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JCanastra-Quantos alunos, professores, funcionários tem o IFMG - Campus Bambuí?

Rafael - Com a integralização dos novos cursos, deveremos chegar a 2300 alunos, 147 professores, 138 técnicos e 67 terceirizados.

JCanastra-Se quiser falar algo importante que não foi comentado, sinta-se à vontade para comentá-lo.

Rafael - Gostaria de agradecer ao Jornal Canastra pela oportunidade de falar um pouco sobre a nossa querida instituição.
Deixo o convite para que toda a comunidade venha ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais- Campus Bambuí para conhecer nossas diversas áreas de atuação.
Trabalhamos muito porque acreditamos que a Educação é a maior ferramenta capaz de transformar a sociedade.

JCanastra-Uma mensagem:

Rafael - “O educador se eterniza em cada ser que educa” Paulo Freire, finalizou o diretor Rafael Bastos Teixeira, ao Jornal da Canastra.

Professor Rafael Bastos, a equipe do Jornal da Canastra agradece o seu carinho e atenção por esta excelente entrevista!

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