07
Sáb, Dez
ptenfres

A Seleção Brasileira feminina é comandada por uma treinadora estrangeira pela primeira vez na história. Trata-se da sueca Pia Sun-dhage, bicampeã olímpica como treinadora com a seleção dos Estados Unidos em 2008 e 2012. Ela assume o cargo após a queda nas oitavas da Copa do Mundo da França e a demissão de Vadão.


Neste ano, Pia esteve no Brasil à convite da própria CBF para um seminário sobre a categoria. Ela chegou a responder perguntas sobre a Seleção e abriu a possibilidade de estar no cargo futuramente. Pia Sundhage chega à Seleção Brasileira como referência no futebol feminino e carregando a expectativa de ajudar a reformular também as categorias de base. Ela era a treinadora da Suécia que eliminou o Brasil na Rio 2016 e foi vice-campeã posteriormente.


Ex-atacante, Sundhage se tornou profissional em 1977, pelo Falköpings. A carreira se desenvolveu na maior parte do tempo na própria Suécia, tendo maior destaque no Jitex e pelo Östers. A Lazio, da Itália, foi a única equipe fora do país. Ela foi campeã quatro vezes o campeonato sueco e (1979, 81, 84 e 89) e quatro vezes a Copa da Suécia (1981, 84, 94 e 95). Pela seleção sueca, a atacante marcou 71 gols em 144 jogos. Ela conquistou a edição inicial do Campeonato Europeu Feminino de seleções, que hoje é a Eurocopa, em 1985. Além disso, foi vice em 1987.


Fora dos campos
A carreira de treinadora começou antes mesmo da aposentadoria como jogadora. Ela acumulou as funções de 1992 a 1994 no Hammarby. Em 1998, se tornou assistente técnica do Vallentuna, da Suécia, e voltou a exercer a função no AIK Fotboll (SUE) e no Philadelphia Charge (EUA). Em 2003, ela assumiu o comando principal do Boston Breakers (EUA).
No ano seguinte, Sundhage voltou à Europa para treinar o Koltbotn (NOR) e ainda passou pelo Örebro (SUE). Por seleções, Pia foi auxiliar da China na Copa do Mundo Feminina de 2007, caindo nas quartas de final para a Noruega.
Foi a partir de 2008 que Pia Sundhage assumiu o destaque. Em 2007, após ser goleado pelo Brasil na Copa, os Estados Unidos apostaram no trabalho da sueca para dar a volta por cima. Nos Jogos Olímpicos de 2008 veio o primeiro grande título. Contra a Seleção Brasileira, as norte-americanas venceram por 1 a 0 na prorrogação. Em 2011, na Copa, as americanas perderam para o Japão na decisão. No ano seguinte, em uma revanche contra o Japão, a treinadora conquistou mais um ouro olímpico.
Ainda em 2012, Sundhage assumiu a Suécia. Na Euro de 2013, em casa, a seleção foi eliminada para a Alemanha na semifinal. Depois, em 2015, na Copa do Mundo, as suecas tiveram campanha decepcionante e se despediram nas oitavas de final. A recuperação veio em 2016, com a prata olímpica. Em 2017, a eliminação nas quartas de final da Euro decretou a demissão de Pia. No ano passado, ela assumiu a seleção da Suécia sub-17.

Respaldo e tempo de trabalho

No início do mês, quando a notícia de que Pia poderia comandar a Seleção começou a aparecer, a ex-zagueira dos Estados Unidos, bicampeã dos jogos olímpicos, e vencedora da Copa do Mundo de 1999, Kate Markgraf, aprovou a ideia. Elas trabalharam juntas em Pequim.
- Fique de olho mundo. Brasil agora terá o que sempre lhes faltou: um sistema de jogo que capitaliza a força para a mudança de jogo entre os 11 iniciais. O que ela fez por nós quando Wam-bach se lesionou em 2008 e com a Suécia em 2016 mostra sua flexibilidade no entendimento tático - escreveu no Twitter.
A torcida brasileira também fez coro pela treinadora. O coordenador de futebol feminino da CBF, Marco Aurélio Cunha, continua no cargo, apesar da demissão de Vadão.

Estréia

Não poderia ter estreia melhor para Pia Sundhage como treinadora da Seleção Brasileira Feminina,quando na quinta-feira,(29/08) o Brasil goleou a Argentina por 5 a 0 no Estádio do Pacaembu e se garantiu na final do Torneio Internacional de Futebol Feminino.
Com a vitória, o Brasil encara a Seleção do Chile na decisão. Mais cedo, as chilenas venceram a Costa Rica por 1 a 0 com gol de Yanara Aedo.
No primeiro teste com a nova treinadora, o Brasil mostrou muita intensidade na recuperação da posse de bola. Do início ao fim do confronto, as brasileiras comandaram as principais ações do jogo e controlaram muito bem as adversárias.
Na primeira etapa a Seleção Brasileira já mostrou que mandaria na partida. Dominando as ações desde os minutos iniciais, não demorou para o Brasil abrir o placar aos 17 com Ludmila. A atacante tocou na saída da goleira adversária, depois de excelente jogada de Bia Zaneratto.


Em vantagem no placar, o Brasil seguiu dominando e ampliou com a experiente Formiga, aos 33. De cabeça, a volante completou de cabeça o cruzamento de preciso de Andressa Alves. Apenas dois minutos depois, a Seleção chegou ao terceiro com Debinha, que empurrou para as redes depois da invertida de Tamires.
Na segunda etapa, com um jogo mais cadenciado, o Brasil diminuiu o ritmo. Mesmo criando menos oportunidades, a equipe chegou ao quarto gol aos 13 minutos. Érika subiu de cabeça e completou de cabeça o escanteio cobrado por Andressa Alves. Ainda deu tempo de marcar o quinto, com o gol contra da zagueira argentina, aos 37.


Com isso, neste domingo, Argentina e Costa Rica duelam às 10h30 pela disputa do 3º lugar.
Mais tarde, às 13h, Brasil e Chile disputam o título do Torneio Internacional de Futebol Feminino na final da competição. As duas partidas acontecem novamente no Estádio do Pacaembu.

 

Karina Oliani, Maximo Kausch e Moeses Fiamoncini atingiram o cume do K2 na madrugada desta quinta-feira (25). Karina e Maximo chegaram ao cume do K2 às 04h40 da manhã, no horário do Paquistão. Moeses chegou ao topo da segunda montanha mais alta do mundo, com 8.611m, localizada no Paquistão, às 6h30 da manhã.

Desta forma, Karina se tornou a primeira mulher brasileira a chegar ao cume do K2. A apresentadora, médica e escaladora já subiu o Everest duas vezes, conquistando o título de primeira mulher sul-americana a escalar a montanha mais alta do mundo por suas duas faces. Sua expedição ao K2 foi acompanhada pelo experiente guia de montanhas Maximo Kausch.
Esta é a quarta montanha acima de oito mil metros que o paranaense Moeses Fiamoncini conquista. Ele está com o projeto pessoal de completar as 14 montanhas acima de oito mil metros e ser o primeiro brasileiro a realizar o feito. Recentemente ele chegou ao cume da montanha Nanga Parbat, e em maio fez o Everest, de 8.848 m.
Os brasileiros partiram para o ataque ao cume com mais outros 15 escaladores durante a madrugada. Karina e Maximo haviam tentado chegar ao cume do K2 na no dia 17, mas quando estavam próximos ao topo, uma avalanche varreu a montanha, ferindo um Sherpa e levando duas das cordas fixas necessárias para prosseguir com o restante da escalada. Todos decidiram abortar a missão e voltar ao campo base até o clima estabilizar e haver uma janela de tempo favorável

Os primeiros cumes do K2 deste ano aconteceram ontem com uma equipe formada por cinco Sherpas: Lakpa Dendi Sherpa, Lakpa Temba Sherpa, Nirmal Purja, Chhangba Sherpa e Gesman Tamang chegaram ao cume após 8 horas de subida. Eles também conseguiram fixar as cordas nos pontos mais técnicos.
O K2 está situado na Cordilheira do Karakoran, que é uma extensão da Cordilheira do Himalaia. A montanha faz divisa entre Paquistão e China. O K2 foi apelidado de “A Montanha Selvagem”. A sua dificuldade é resultado dos delicados pilares de gelo e superfícies íngremes e rochosas. Um a cada cinco alpinistas que tentaram chegar ao seu cume faleceu.

Até hoje, o único brasileiro que havia conquistado o cume do K2 era Waldemar Niclevicz, em 29 de julho de 2000.

Inspiradas no ritmo das ruas e em um estilo de dança menos rígido, as aulas de HIIDance, Vídeo Dance e Street Dance são as novas apostas das academias. Alto gasto calórico, força, ritmo, agilidade, flexibilidade, equilíbrio, memória e improviso são alguns dos benefícios dessas modalidades que têm levado muitos alunos a trocar a ginástica tradicional pela dança.

Sucesso mundial, o HIIT, treino que intercala momentos de alta intensidade com momentos mais suaves é o principal fundamento da aula de HIIDance, que mistura a técnica com o prazer de dançar. Comprovado cientificamente, esse é o tipo de treino mais eficaz no objetivo de queimar calorias e melhorar o condicionamento físico, além de manter o corpo estimulado por mais tempo. A aula de HIIDance, exclusiva do Espaço Vibre, tem duração de 45 minutos, é dinâmica, faz suar, condicionar, queimar 600 calorias em uma aula e extravasar.

De Shakira a Anita, o Video Dance é uma aula de dança urbana, com o sucesso do momento, daqueles que grudam como chiclete e fazem todo mundo mexer o corpo assim que começam a tocar. É uma das aulas mais versáteis e oferece um desafio diferente a cada dia. A coreografia muitas vezes é criada pelo professor na sala de aula e nunca é repetida por mais de dois dias seguidos. Seu objetivo é soltar o corpo, por isso, é muito comum que ao final da aula o professor proponha um momento de improvisação, com cada aluno fazendo o passo que quiser.

O Street dance embarca na fonte do lifestyle contemporâneo e explora a diversidade de movimentos, gestuais e ritmos contidos na cultura das danças do movimento Hip Hop. Cada professor desenvolve a metodologia da aula conforme sua especialidade. Sempre com o objetivo de fazer o aluno dançar já na primeira aula. E, ao mesmo tempo, aprimorar sua consciência corporal em coreografias que trabalham a coordenação motora, o alongamento, a memória e a autoestima de uma forma divertida e desafiadora.

A dança é uma das mais antigas formas de expressão, já existe desde a antiguidade ao lado do teatro e da música. Ao longo dos séculos, ela foi se reinventando e se adaptando aos novos tempos. Mexer o corpo é algo tão básico para o ser humano, quanto respirar, comer, dormir. O Espaço Vibre, que acaba de inaugurar um novo espaço em Ipanema, oferece essas e outros tipos de dança, como ballet, ballet fitness, dança contemporânea, sapateado, stiletto, zumba, jazz, Broadway, vitaldance, além de yoga, funcional, pilates solo, muay thai, judô, patinação etc.

A realização de atividades físicas traz inúmeros benefícios à saúde e, para alcançá-los, exigem-se dedicação e comprometimento com a rotina de treinamentos. Quando se está em grupo, fazer exercícios fica mais fácil. Se um pode estar um pouco mais “pra baixo”, o outro vai lá e dá o estímulo necessário. Com isso, há mais chances de se manter fiel à rotina de atividade física. “O convívio com mais pessoas tem um papel social muito importante e tende a estimular a prática”, considera o professor Leonardo De Ross Rosa, coordenador do curso de bacharelado em Educação Física da Univates. “Quando se trata de grupo, existe a responsabilidade consigo mesmo, mas também com os demais. Há uma meta de superação que não fica restrita ao indivíduo”, afirma. O Brasil, explica Leonardo, tem tradição na prática de esporte em grupos, já que as principais modalidades esportivas do país são coletivas, como o futebol e o vôlei. Porém o que pode ser um empecilho é encontrar um espaço nas agendas de cada um. “A busca por práticas em grupos mantém seu crescimento, mas encontra problemas principalmente ligados à questão do tempo para a prática, que depende de rotinas familiares e de trabalho semelhantes entre os integrantes de um grupo” percebe Leonardo. Mesmo em grupo, as condições fisiológicas de cada um devem ser respeitadas no treinamento. “Em muitos casos, a saída é a organização de subgrupos dentro de um grande grupo”, indica o professor. ‘‘A competição entre os integrantes do grupo, o estabelecimento de relações sociais, a necessidade de comprometimento e responsabilidade para com o grupo e não apenas consigo mesmo são grandes vantagens’’ (Leonardo De Ross Rosa, coordenador do curso de bacharelado em Educação Física)

Mais Artigos...

Subcategorias

Festival de Dança de Bambuí