23
Sex, Ago
ptenfres

Karina Oliani, Maximo Kausch e Moeses Fiamoncini atingiram o cume do K2 na madrugada desta quinta-feira (25). Karina e Maximo chegaram ao cume do K2 às 04h40 da manhã, no horário do Paquistão. Moeses chegou ao topo da segunda montanha mais alta do mundo, com 8.611m, localizada no Paquistão, às 6h30 da manhã.

Desta forma, Karina se tornou a primeira mulher brasileira a chegar ao cume do K2. A apresentadora, médica e escaladora já subiu o Everest duas vezes, conquistando o título de primeira mulher sul-americana a escalar a montanha mais alta do mundo por suas duas faces. Sua expedição ao K2 foi acompanhada pelo experiente guia de montanhas Maximo Kausch.
Esta é a quarta montanha acima de oito mil metros que o paranaense Moeses Fiamoncini conquista. Ele está com o projeto pessoal de completar as 14 montanhas acima de oito mil metros e ser o primeiro brasileiro a realizar o feito. Recentemente ele chegou ao cume da montanha Nanga Parbat, e em maio fez o Everest, de 8.848 m.
Os brasileiros partiram para o ataque ao cume com mais outros 15 escaladores durante a madrugada. Karina e Maximo haviam tentado chegar ao cume do K2 na no dia 17, mas quando estavam próximos ao topo, uma avalanche varreu a montanha, ferindo um Sherpa e levando duas das cordas fixas necessárias para prosseguir com o restante da escalada. Todos decidiram abortar a missão e voltar ao campo base até o clima estabilizar e haver uma janela de tempo favorável

Os primeiros cumes do K2 deste ano aconteceram ontem com uma equipe formada por cinco Sherpas: Lakpa Dendi Sherpa, Lakpa Temba Sherpa, Nirmal Purja, Chhangba Sherpa e Gesman Tamang chegaram ao cume após 8 horas de subida. Eles também conseguiram fixar as cordas nos pontos mais técnicos.
O K2 está situado na Cordilheira do Karakoran, que é uma extensão da Cordilheira do Himalaia. A montanha faz divisa entre Paquistão e China. O K2 foi apelidado de “A Montanha Selvagem”. A sua dificuldade é resultado dos delicados pilares de gelo e superfícies íngremes e rochosas. Um a cada cinco alpinistas que tentaram chegar ao seu cume faleceu.

Até hoje, o único brasileiro que havia conquistado o cume do K2 era Waldemar Niclevicz, em 29 de julho de 2000.

Inspiradas no ritmo das ruas e em um estilo de dança menos rígido, as aulas de HIIDance, Vídeo Dance e Street Dance são as novas apostas das academias. Alto gasto calórico, força, ritmo, agilidade, flexibilidade, equilíbrio, memória e improviso são alguns dos benefícios dessas modalidades que têm levado muitos alunos a trocar a ginástica tradicional pela dança.

Sucesso mundial, o HIIT, treino que intercala momentos de alta intensidade com momentos mais suaves é o principal fundamento da aula de HIIDance, que mistura a técnica com o prazer de dançar. Comprovado cientificamente, esse é o tipo de treino mais eficaz no objetivo de queimar calorias e melhorar o condicionamento físico, além de manter o corpo estimulado por mais tempo. A aula de HIIDance, exclusiva do Espaço Vibre, tem duração de 45 minutos, é dinâmica, faz suar, condicionar, queimar 600 calorias em uma aula e extravasar.

De Shakira a Anita, o Video Dance é uma aula de dança urbana, com o sucesso do momento, daqueles que grudam como chiclete e fazem todo mundo mexer o corpo assim que começam a tocar. É uma das aulas mais versáteis e oferece um desafio diferente a cada dia. A coreografia muitas vezes é criada pelo professor na sala de aula e nunca é repetida por mais de dois dias seguidos. Seu objetivo é soltar o corpo, por isso, é muito comum que ao final da aula o professor proponha um momento de improvisação, com cada aluno fazendo o passo que quiser.

O Street dance embarca na fonte do lifestyle contemporâneo e explora a diversidade de movimentos, gestuais e ritmos contidos na cultura das danças do movimento Hip Hop. Cada professor desenvolve a metodologia da aula conforme sua especialidade. Sempre com o objetivo de fazer o aluno dançar já na primeira aula. E, ao mesmo tempo, aprimorar sua consciência corporal em coreografias que trabalham a coordenação motora, o alongamento, a memória e a autoestima de uma forma divertida e desafiadora.

A dança é uma das mais antigas formas de expressão, já existe desde a antiguidade ao lado do teatro e da música. Ao longo dos séculos, ela foi se reinventando e se adaptando aos novos tempos. Mexer o corpo é algo tão básico para o ser humano, quanto respirar, comer, dormir. O Espaço Vibre, que acaba de inaugurar um novo espaço em Ipanema, oferece essas e outros tipos de dança, como ballet, ballet fitness, dança contemporânea, sapateado, stiletto, zumba, jazz, Broadway, vitaldance, além de yoga, funcional, pilates solo, muay thai, judô, patinação etc.

A realização de atividades físicas traz inúmeros benefícios à saúde e, para alcançá-los, exigem-se dedicação e comprometimento com a rotina de treinamentos. Quando se está em grupo, fazer exercícios fica mais fácil. Se um pode estar um pouco mais “pra baixo”, o outro vai lá e dá o estímulo necessário. Com isso, há mais chances de se manter fiel à rotina de atividade física. “O convívio com mais pessoas tem um papel social muito importante e tende a estimular a prática”, considera o professor Leonardo De Ross Rosa, coordenador do curso de bacharelado em Educação Física da Univates. “Quando se trata de grupo, existe a responsabilidade consigo mesmo, mas também com os demais. Há uma meta de superação que não fica restrita ao indivíduo”, afirma. O Brasil, explica Leonardo, tem tradição na prática de esporte em grupos, já que as principais modalidades esportivas do país são coletivas, como o futebol e o vôlei. Porém o que pode ser um empecilho é encontrar um espaço nas agendas de cada um. “A busca por práticas em grupos mantém seu crescimento, mas encontra problemas principalmente ligados à questão do tempo para a prática, que depende de rotinas familiares e de trabalho semelhantes entre os integrantes de um grupo” percebe Leonardo. Mesmo em grupo, as condições fisiológicas de cada um devem ser respeitadas no treinamento. “Em muitos casos, a saída é a organização de subgrupos dentro de um grande grupo”, indica o professor. ‘‘A competição entre os integrantes do grupo, o estabelecimento de relações sociais, a necessidade de comprometimento e responsabilidade para com o grupo e não apenas consigo mesmo são grandes vantagens’’ (Leonardo De Ross Rosa, coordenador do curso de bacharelado em Educação Física)

Sempre encontramos alguém perguntando como se respira durante os exercícios físicos, ou então alguém dando dicas sobre as formas de respirar, não existe uma maneira mais eficaz que a outra e sim aquela que fica mais confortável.


Quando inspiramos pelo nariz o ar chega aos pulmões filtrados, mas se o exercício for de alta intensidade não será tão fácil inspirar só pelas narinas, é importante nunca prender a respiração, para não deixar de enviar a quantidade de O2 para os pulmões, muitas pessoas ainda usam um dilatador nasal, um método que também não auxilia na melhora de oxigenação nos tecidos, pois a quantidade de oxigênio que chega aos alvéolos é a mesma com ou sem ele, então respire da forma mais confortável para não causar desconforto.

 

Mais Artigos...

Subcategorias

Festival de Dança de Bambuí