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Seg, Nov
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Cirurgia de catarata: entenda como funciona

 

O que é?

A catarata e um processo de opacificação do cristalino, que é uma lente natural dos olhos localizada atrás da íris. Essa lente (cristalino) é normalmente clara e transparente. Com o aparecimento da catarata, ela se torna opaca e impede a passagem dos raios luminosos que formam a imagem no fundo do olho.


O único tratamento eficaz para a catarata é a cirurgia, não existindo colírios ou óculos que eliminem a doença. A catarata é responsável por 20 milhões de cegos no mundo, e no Brasil 350 mil pessoas apresentam cegueira por conta da doença. No entanto, a perda de visão é reversível com a cirurgia.

A cirurgia de catarata utiliza um laser e facoemulsificação. São feitas incisões no olho para introdução de uma cânula no globo ocular, ligada a um equipamento que aspira e dilui a catarata.
Indicações

Todo paciente com catarata possui indicação para fazer a cirurgia de catarata.
Saiba mais: 8 questões respondidas sobre a catarata
Exames necessários para realizar a cirurgia

Os candidatos à cirurgia de catarata devem ser avaliados por um oftalmologista, que irá realizar uma série de exames oftalmológicos como acuidade visual, fundo do olho, pressão intraocular, topografia da córnea, ultrassonografia do globo ocular e um exame para cálculo da lente intraocular a ser implantada.

 

Também será solicitada uma avaliação cardiológica e exames de sangue.
Tipos de anestesia

A cirurgia de catarata na maioria dos casos é feita apenas com colírios e uma sedação leve, exceto se o paciente tiver alguma contraindicação de saúde que necessite outro tipo de anestesia.
Como é realizada

A técnica atual é a cirurgia combinada com laser e facoemulsificação. O laser faz as incisões e ruptura da catarata e a facoemulsificação faz a remoção da catarata.

São feitas incisões menores de 3,5mm com um laser nos olhos. É inserida através dessa ruptura uma espécie de cânula no globo ocular, ligada a um equipamento ultra-sônico que aspira dilui a catarata.

Em seguida, é implantada uma lente intraocular através da incisão. Esta lente varia de pessoa a pessoa, pois além do grau existem lentes monofocais e multifocais. Quem decidirá qual a melhor lente será o medico juntamente com o paciente.


Em todo o procedimento o paciente fica deitado e é utilizado um microscópio para a visualização da cirurgia.

Após a cirurgia de catarata, o olho operado terá um curativo que pode ser feito com gaze, tampão de acrílico ou óculos escuros, dependendo da técnica utilizada. Serão receitados colírios por um período.

Por ser feito com uma técnica segura, a cirurgia de catarata pode ser realizada centros especializados, não necessitando de internação. O paciente tem alta logo após o procedimento, podendo voltar para sua casa.

Tanto o procedimento, sua técnica e as lentes intraoculares são de amplo conhecimento dos oftalmologistas aptos a realizar a cirurgia de catarata.
Qual médico realiza a cirurgia

Tanto o procedimento, sua técnica e as lentes intraoculares são de amplo conhecimento dos oftalmologistas aptos a realizar a cirurgia de catarata.


Tempo de duração do procedimento

O tempo da cirurgia de catarata varia de pessoa a pessoa, mas em geral dura em média 20 minutos.
Cuidados após a cirurgia

Após a cirurgia de catarata, o paciente retorna para casa e tem a indicação de permanecer sentado em local confortável. Normalmente a visão retorna ao normal em poucas horas, e o paciente volta a suas atividades normais após poucos dias, não podendo praticar atividades de impacto ou que tenham risco de impacto, como esportes, exercícios físicos ou dirigir. Além disso, outros cuidados devem ser tomados com os olhos, como:

Não esfregar
Não coçar
Não dormir sobre o olho operado nos primeiros dias pós-operatório
Não realizar esforço físico.

Riscos da cirurgia de catarata

A maioria das cirurgias de catarata ocorre sem complicações. No entanto, elas podem acontecer.

Nos dias seguintes a cirurgia, pode acontecer:


Sangramento
Olho machucado ou roxo
Vazamento pela incisão
Infecção ou endoftalmite
Inflamação
Glaucoma
Astigmatismo pronunciado
Descolamento de retina
Laceração da cápsula posterior
Deslocamento da lente intraocular.

Meses após a realização da cirurgia de catarata, pode ocorrer:

Edema macular cistoide
Catarata secundária.

Custos da cirurgia de catarata

Alguns Planos de Saúde cobrem a realização da cirurgia de catarata. Verifique se esse é o seu caso. Os preços variam conforme a cidade e procedimentos que são realizados.
Regulamentação

A cirurgia de catarata é um procedimento aprovado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, pelo Conselho Federal de Medicina e pela Anvisa.

 

 

 

Em alguns estados do país, como Paraná e Espírito Santo, a caderneta de vacinação passou a ser obrigatória para a realização de matrículas em escolas públicas e particulares, como forma de atestar que os estudantes estão em dia com as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde.1,2,3 A medida tem como objetivo a tentativa de reverter os baixos índices de imunização infantil, mas ainda não há uma regra federal sobre o tema. Em 2017, o país registrou os mais baixos índices de vacinação em mais de 16 anos.3

Sendo ou não obrigatório apresentar a caderneta de vacinação para realização das matrículas, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que as vacinas dos alunos estejam em dia, para prevenir casos de doenças de transmissão interpessoal, considerando o convívio em ambientes coletivos, como as salas de aula.4

“É importante que os pais e responsáveis não deixem as vacinas das crianças em atraso. A imunização é uma das melhores formas de proteção contra doenças sérias como meningite meningocócica, poliomielite, catapora e pneumonia, que podem até levar a óbito, especialmente crianças pequenas. Além disso, alguns bebês e crianças não podem receber determinadas vacinas devido a alergias graves, sistemas imunológicos debilitados ou outras razões. Para ajudar a mantê-los protegidos, é importante que outros membros da família estejam vacinados. Isso não apenas protege sua família, mas também ajuda a prevenir e evitar a disseminação de doenças para essas pessoas”, afirma Dr. Jessé Alves, infectologista e gerente médico de vacinas da GSK.

O Ministério da Saúde orienta a vacinação das crianças de acordo com o calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e todas as vacinas recomendadas no PNI estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS).5,6

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) possuem calendários de vacinação com recomendações que complementam o PNI, abrangendo também vacinas que atualmente só estão disponíveis na rede privada para a imunização das crianças e jovens. 7,8,9

 

Meningite Meningocócica

Uma das doenças graves que pode ser prevenida por vacinação é a meningite meningocócica. Trata-se de uma infecção bacteriana das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo causar sequelas e até mesmo levar a óbito. Ela é causada pela bactéria Neisseria meningitidis que possui 12 sorogrupos identificados, sendo que cinco deles são os mais comuns (A, B, C, W e Y).10,11

A vacinação é uma das melhores formas de prevenção contra a doença.11,12 Outras formas que podem ajudar na prevenção incluem evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados e limpos.12

Atualmente, existem vacinas para a prevenção dos 5 sorogrupos mais comuns no Brasil, a vacina contra a meningite meningocócica causada pelo tipo B e a vacina contra os tipos A, C, W e Y.7,8,11 A vacina para a prevenção do meningococo B está indicada a partir dos 2 meses de idade até os 50 anos, somente disponível na rede privada.7,13

A vacina para prevenção da doença meningocócica causada pelos tipos A, C, W e Y é recomendada na rede privada a partir dos 3 meses de idade.7,8 Nos postos de saúde, a vacina contra a doença causada pelo meningococo C é gratuita para crianças menores de 5 anos de idade e adolescentes de 11 a 14 anos.6,7

Importante ressaltar que a meningite meningocócica não é uma doença só de criança e cerca de 10% dos adolescentes e adultos são portadores da bactéria, podendo transmití-la para outras pessoas através da saliva e partículas respiratórias, sem necessariamente desenvolver a doença.10,14 

Por isso, a vacinação é um recurso importante para a prevenção das doenças infecciosas em crianças, adolescentes e adultos.6,12

 

 

Se você sofre alguma dor insuportável no quadril ou na perna, faça fisioterapia por si mesmo. Confira estes seis exercícios fáceis para colocar seus quadris, joelhos e pés no lugar certo.

Dor no joelho (e na perna) é uma das experiências mais comuns nos Estador Unidos. De fato, a dor no joelho acontece em pacientes de todas as idades. Os problemas no joelho, geralmente são desencadeados por algum tipo de lesão. No entanto, a dor pode estar associada a infecções, artrite e gota. A boa notícia é que existem algumas maneiras fáceis de lidar com essa dor e você sem precisa sair de casa!

Bola de Tênis

Você pode usar uma simples bola de tênis para aliviar a dor. Para fazer isso, sente em uma cadeira robusta. Cadeiras da mesa da cozinha funcionam muito bem para isso. Em seguida, coloque a bola no chão, na frente de um dos seus pés. Mova o pé para a bola e pressione com o centro da sola do pé. Role a bola para frente e para trás, ao longo do comprimento do seu pé.

 

Repita esse processo várias vezes para ajudar a alinhar seu tornozelo com sua tíbia.

Use seus dedos do pé como se fossem das mãos

Uma maneira de aumentar a força dos dedos do pé é colocando-os para trabalhar. Seus dedos do pé sustentam seus joelhos e pés, dando o equilíbrio necessário para as pernas. Mantenha os dedos dos pés em forma de ponta e use-os para alcançar coisas. Faça seus dedos dos pés trabalharem como dedos das mãos, para pegar toalhas, roupas ou canetas do chão.

Tente mover esses itens para fortalecer os músculos e praticar o equilíbrio.

Pés girantes

Você precisará fortalecer os tornozelos para tirar a pressão dos joelhos e dos quadris. A melhor maneira de exercitar os tornozelos é movendo o pé em círculos.

Comece se apoiando em um pé só. Estenda o outro pé na frente do corpo e estique os dedos. Em câmera lenta, mova o pé de forma circular. Repita isso 10 a 20 vezes. Alterne os círculos, no sentido horário e no sentido anti-horário.

Encarne sua bailarina interior

Andar na ponta dos pés pode ajudar a trabalhar e fortalecer suas panturrilhas e dedos dos pés. Este é um exercício fácil de fazer em casa. Tudo que você precisa fazer é dar um passeio rápido usando apenas os dedos do pé. Você deve se movimentar dessa maneira por aproximadamente 15 minutos para obter o máximo dos benefícios.

Flexões de perna

Simpleslevantamentos de pernas fazem maravilhas para fortalecer os músculos ao redor dos joelhos e tornozelos. Para fazer este exercício, fique de frente para a parte de trás de uma cadeira. Dobre uma de suas pernas para trás, até que seu pé atinja sua coxa. Repita isso em um movimento suave e controlado por cerca de 14 repetições.

Resista!

O treinamento de resistência é uma maneira altamente eficaz de fortalecer os músculos das pernas com uma quantidade mínima de esforço. Tiras e bandagens para exercícios de resistência estão disponíveis em lojas de artigos esportivos e academias. Você pode usar essas tiras de várias formas e fazer uma variedade de exercícios.

Por exemplo, você pode anexar a fita a um pé e fazer extensões de perna para a frente. O treinamento de resistência fará com que suas pernas fiquem mais fortes e menos vulneráveis à dor.

Como você pode ver, muitos desses exercícios trabalham os músculos das pernas que sustentam os quadris e os joelhos. Fazendo esses exercícios diariamente, você notará que suas pernas são capazes de resistir a exercícios prolongados. Os problemas com a dor se dissiparão em um prazo curto. No entanto, é importante continuar fazendo esses exercícios regularmente, para manter a saúde das pernas e dos quadris.

 

 

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