22
Seg, Jul
ptenfres

 

Estas 20 universidades do Brasil estão na nova lista de melhores do mundo

Mais recente ranking com as mil melhores instituições de ensino superior do mundo traz boa notícia para os estudantes de universidades públicas brasileiras

São Paulo – Vinte universidades brasileiras, todas elas públicas, estão na mais recente lista divulgada pelo Center for World University Rankings (CWUR) com as mil melhores instituições de ensino superior do mundo. Das 20, 19 melhoram seus resultados, na comparação com a última edição.

Para ranquear as universidades, são levados em conta sete aspectos:

1. qualidade de ensino (15% da nota): medida pelo número de ex-alunos que que ganharam prêmios internacionais, medalhas, proporcionalmente ao tamanho do corpo discente.
2. Empregabilidade dos ex-alunos (15%) medida pelo número de ex-alunos que chegaram ao posto de CEOs das maiores empresas do mundo, proporcionalmente ao tamanho do corpo discente.
3. Qualidade do corpo discente (15%): medida pela quantidade de professor que ganharam prêmios internacionais, medalhas, proporcionalmente ao tamanho do corpo docente.
4. Número de pesquisas divulgadas (15% da nota): relativo ao total de pesquisas divulgadas pela universidade.
5. Qualidade das publicações (15% da nota): medida em número de pesquisas publicadas na mídia especializada.
6. Influência (15% da nota): medida pelo número de pesquisas que aparecem em veículos de grande influência
7.Citações (10% da nota): medida pelo número de vezes que as pesquisas da universidade são citadas como embasamento de artigos e trabalhos.

A melhor pontuação entre as brasileiras é da USP, que é a 77ª melhor universidade do mundo, segundo CWUR. Na lista global, Harvard ficou em primeiro lugar, Stanford em segundo e o Massachusetts Institute of Technology  (MIT) em terceiro, exatamente as mesmas posições do ano passado.

A seguir, confira a lista completa de universidades brasileiras no ranking:

Posição no ranking nacional Instituição de ensino Posição no ranking mundial Pontuação
1 Universidade de São Paulo 77 82,6
2 Universidade Federal do Rio de Janeiro 298 76,4
3 Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) 360 75,5
4 Universidade Estadual Julio de Mesquita Filho (Unesp) 372 75,3
5 Universidade Federal do Rio Grande do Sul 398 75
6 Universidade Federal de Minas Gerais 406 74,9
7 Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) 442 74,4
8 Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) 659 72,2
9 Universidade Federal de Santa Catarina 694 71,9
10 Universidade Federal do Paraná 709 71,8
11 Universidade de Brasília (UnB) 737 71,6
12 Universidade Federal de Viçosa 739 RANCKING MUNDIAL 71,6
13 Universidade Federal do Ceará 814 71

 

 

14 Universidade Federal de Pernambuco 840 70,8
15 Universidade Federal de São Carlos 847 70,8
16 Universidade Federal de Pelotas 886 70,5
17 Universidade Federal Fluminense 889 70,5
18 Universidade Federal de Goiás 892 70,5
19 Universidade Federal de Santa Maria 927 70,2
20 Universidade Federal da Bahia

Esses deveres já existem,  pois decorrem da Constituição Federal e da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Isto significa que os professores já são obrigados a respeitá-los , embora muitos não o façam, sob pena de ofender:


- a liberdade de consciência e de crença e a liberdade de aprender dos alunos (art. 5º, VI e VIII; e art. 206, II, da CF);
- o princípio constitucional da neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado (arts. 1º, V; 5º, caput; 14, caput; 17, caput; 19, 34, VII, ‘a’, e 37, caput, da CF);


-o pluralismo de ideias (art. 206, III, da CF);


-e o direito dos pais dos alunos sobre a educação religiosa e moral dos seus filhos (Convenção Americana sobre Direitos Humanos, art. 12, IV).


Portanto, o único objetivo do Programa Escola sem Partido é informar e conscientizar os estudantes sobre os direitos que corres-pondem àqueles deveres, a fim de que eles mesmos possam exercer a defesa desses direitos, já que dentro das salas de aula ninguém mais poderá fazer isso por eles.

Por uma lei contra o abuso da liberdade de ensinar

A doutrinação política e ideológica em sala de aula ofende a liberdade de consciência do estudante; afronta o princípio da neutralidade política e ideológica do Estado; e ameaça o próprio regime democrático, na medida em que instrumentaliza o sistema de ensino com o objetivo de desequilibrar o jogo político em favor de um dos competidores.
Por outro lado, a exposição, em disciplina obrigatória, de conteúdos que possam estar em conflito com as convicções morais dos estudantes ou de seus pais, viola o art. 12 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, segundo o qual “os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.”
Essas práticas, todavia, apesar de sua manifesta inconstitucionalidade e ilegalidade, tomaram conta do sistema de ensino. A pretexto de “construir uma sociedade mais justa” ou de “combater o preconceito”, professores de todos os níveis vêm utilizando o tempo precioso de suas aulas para “fazer a cabeça” dos alunos sobre questões de natureza político-partidária, ideológica e moral

.
Que fazer para coibir esse abuso intolerável da liberdade de ensinar, que se desenvolve no segredo das salas de aula, e tem como vítimas indivíduos vulneráveis em processo de formação?


Nada mais simples: basta informar e educar os alunos sobre o direito que eles têm de não ser doutrinados por seus professores; basta informar e educar os professores sobre os limites éticos e jurídicos da sua liberdade de ensinar.
É isso, e apenas isso, o que propõe a Escola sem Partido nos anteprojetos de lei que se veem abaixo.
Esperamos que Governadores e prefeitos, deputados estaduais e vereadores aproveitem os anteprojetos e suas justificativas para apresentá-los como projetos de lei às suas respectivas casas legislativas.


Contamos com a ajuda de todos para divulgar e promover essa importante iniciativa.
Em uma sala de aula, a palavra é do professor, e os estudantes estão condenados ao silêncio. Impõem as circunstâncias que os alunos sejam obrigados a seguir os cursos de um professor, tendo em vista a futura carreira; e que ninguém dos presentes a uma sala de aula possa criticar o mestre. É imperdoável a um professor valer-se dessa situação para buscar incutir em seus discípulos as suas próprias concepções políticas, em vez de lhes ser útil, como é de seu dever, através da transmissão de conhecimento e de experiência cientifica.

 

Brasil 'empata' em desigualdade e toma goleada da Rússia em educação

O índice de pessoas que não cursaram o ensino médio no Brasil representa mais do que o dobro da média da OCDE. Na Costa Rica e no México, o percentual é ainda maior que o do Brasil: 60% e 62%, respectivamente, os mais elevados do estudo.

Outros países latinoamericanos, contudo, têm melhor desempenho que o Brasil. Na Argentina, 39% dos adultos na faixa de 25 a 64 anos não concluíram o ensino médio, no Chile, o percentual é de 35% e, na Colômbia, de 46%.


O estudo abrange as 36 economias da OCDE, a maioria desenvolvidas, e dez países parceiros da organização, como África do Sul, Argentina, China, Colômbia, Índia, Rússia e Brasil.
Direito de imagem Mariana Leal/MEC
Image caption Mais da metade dos adultos (52%) com idade entre 25 e 64 anos não concluíram o ensino médio

"Na maioria dos países da OCDE, a ampla maioria dos jovens adultos, com idade entre 25 e 34, tem pelo menos a qualificação do ensino médio. Em poucas décadas, o ensino médio passou de um veículo de ascensão social ao mínimo exigido para a vida em uma sociedade moderna", afirma o relatório.

Segundo a organização, os que deixam a escola antes de completar o ensino médio enfrentam não apenas dificuldades no mercado de trabalho, com menores salários, mas também têm competências cognitivas - memória, habilidades motoras, atenção, entre outras - bem inferiores aos das pessoas que possuem essa formação.

A organização também ressalta o número relativamente baixo de alunos com mais de 14 anos de idade inscritos em instituições de ensino no Brasil.

Apenas 69% daqueles entre 15 e 19 anos e somente 29% dos jovens de 20 a 24 anos estão matriculados, de acordo com a OCDE. A média nos países da organização é, respectivamente, de 85% e 42%.
 OCDE afirma que os que deixam a escola antes de completar o ensino médio enfrentam dificuldades no mercado de trabalho

O Brasil enfrenta ainda "desigualdades regionais significativas" em relação ao ensino superior, diz o relatório.

No Distrito Federal, 33% dos jovens adultos chegam à universidade. No Maranhão, o Estado com o menor PIB per capita, esse número é de apenas 8%.

Essa disparidade regional entre alunos que conseguem atingir o ensino superior no Brasil "é, de longe, a maior na comparação com toda a OCDE e países parceiros", incluindo grandes países como os Estados Unidos e a Rússia, que também possuem várias áreas de diferentes tamanhos e populações.

"Assegurar que as pessoas tenham oportunidade de atingir níveis adequados de educação é um desafio crítico. O acesso ao ensino superior vem crescendo no Brasil, mas ainda é uma das taxas mais baixas entre a OCDE e países parceiros, e está abaixo de todos os outros países da América Latina com dados disponíveis", ressalta o estudo, citando a Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica e México.

Image caption Apesar do Brasil investir uma fatia importante de seu PIB na educação, os gastos por aluno no Brasil, em especial com os do ensino básico, são baixos

No Brasil, 17% dos jovens adultos com idade entre 24 e 34 anos atingem o ensino superior. Em 2007, o índice era de 10%. Apesar da melhora, o desempenho ainda está cerca de 27 pontos percentuais abaixo da média da OCDE.

"Para melhorar a transição entre o ensino e o mercado de trabalho, independentemente do cenário econômico, os sistemas de educação têm de se assegurar que as pessoas tenham as competências exigidas na vida profissional", diz a organização.

Segundo a OCDE, apesar do Brasil investir uma fatia importante de seu PIB na Educação, os gastos por aluno, sobretudo no ensino básico, são baixos.

O Brasil destina cerca de 5% do PIB à rubrica (dados de 2015), acima da média de 4,5% do PIB dos países da OCDE, diz o relatório.

 No Maranhão, apenas 8% dos jovens adultos chegam à universidade

O governo brasileiro gasta, porém, cerca de US$ 3,8 mil por estudante no ensino fundamental e médio, menos da metade dos países da OCDE.

A despesa com os estudantes de instituições públicas de ensino superior, no entanto, é quatro vezes maior, US$ 14, 3 mil, pouco abaixo da média da OCDE, que é de US$ 15,7 mil.

A diferença de gastos por estudante entre o ensino superior e o básico no Brasil é o maior entre todos os países da OCDE e economias parceiras analisadas no estudo da organização

Fonte BBC .

“Poesia é quando uma emoção encontra seu pensamento e o pensamento encontra palavras!”

 

Quando eu era professora primária, tive a sorte de ter alunas(os) muito inteligentes, crianças obedientes e muito estudiosas! Aquelas crianças inspiravam-me a ir em frente, em minha grande missão de educar! Quando estava em sala de aula esquecia o mundo, a minha casa, meu esposo e meus filhos!
Lembro-me muito bem de uma colega que dizia com o seu “carioquês’’, puxando um “s” ao falar:
-“Não acho que alguém dê aula por esporte!”
Respondia entusiasmada que esta pessoa era eu!
- “Adoro estar em sala de aula para educar, ensinar, brincar, cantar, transmitir tudo o que sei aos meus pequenitos.
Gostava de ver os seus olhinhos brilhantes espertos e atentos quando contava uma estória, uma poesia, dava uma aula de matemática,música ou uma composição.
Dizia sempre as minhas colegas de escola que Deus me dera um dom maravilhoso de ensinar. E notava que as crianças tinham facilidades em aprender tudo que transmitia a elas.
Doce professorinha, que durante vinte e seis anos era incansável na arte de ensinar as suas lindas criancinhas!
Recentemente uma criaturinha meiga, de voz suave veio até a mim, convidando-me para ir até a sua sala de aula para conversar com suas crianças à respeito de minhas poesias. Pois bem esta pessoinha encantadora foi uma de minhas inteligentes ex-alunas, dizendo-me que fui uma de suas professoras que a inspirara em seu Projeto de Literatura para resgatar os poemas e autores clássicos. Hoje, ao resgatar esses autores e poemas clássicos, ela lembra com carinho das poesias aprendidas em sala de aula em sua infância. Imaginem vocês a minha alegria e satisfação em pensar que servi de exemplo para essa querida ex-aluna e hoje uma excelente professora!
É lógico que aceitei este agradável convite, comparecendo-me em sua sala de aula, no quarto ano do ensino fundamental 1, do Centro Educacional Evolução, cujas diretoras: D. Maria Tereza de Miranda Carvalho, Fabiana Maria Barbosa, e Flávia de Miranda Carvalho receberam-me tão carinhosamente!
Adorei passar horas agradáveis falando de minhas poesias e sobre alguns autores clássicos àquelas crianças que tão educadamente receberam-me !
Admiravelmente ouvia com atenção as poesias recitadas pelas crianças que foram feitas em sala de aula com variados temas propostos pela D.Rut como: “Quero ser um poeta , Amigo ,Meu pai Parabéns Dr.Rut Evaristo!
Recitar poesia é um caminho para a sensibilidade! A leitura de poemas pode proporcionar aos momentos de intenso prazer no contato com a linguagem, pois se aprende muito com a língua, lendo, ouvindo, recitando ou se deliciando com os sons e as rimas presentes em um poema.


“Felizes são os alunos que têm uma professora que gosta de poemas.”

Mais Artigos...

Subcategorias

Festival de Dança de Bambuí