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Seg, Jul
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O Brasil ficou ainda mais triste, segundo as Nações Unidas.

Essa é a conclusão da edição de 2017 do Relatório Mundial da Felicidade, divulgado nesta segunda-feira pela ONU. O período compreende os anos de 2014 a 2016.

O Brasil caiu cinco posições e está agora no 22º lugar entre 155 países.

É a segunda queda consecutiva. Na edição de 2016, referente ao período de 2013 a 2015, o país já havia caído do 16º para o 17º lugar.


O ranking de 2017 é encabeçado pela Noruega, que tirou a liderança da Dinamarca. Islândia, Suíça e Finlândia completam a lista das nações mais felizes do mundo.

Na outra ponta, as mais tristes são Ruanda, Síria, Tanzânia e Burundi. A República Centro-Africana ocupa a lanterna.

A Europa Ocidental e a América do Norte dominam o topo do ranking, com os Estados Unidos e o Reino Unido nas 14ª e 19ª posições, respectivamente.

Já países na África Subsaariana e atingidos por conflitos tiveram notas previsivelmente mais baixas. A Síria ficou no 152º lugar entre 155 países, e Iêmen e Sudão do Sul, que estão enfrentando fome iminente, estão nas 146ª e 147ª posições, respectivamente.

O Relatório Mundial da Felicidade foi divulgado para coincidir com o Dia Internacional da Felicidade da ONU.
Os países mais felizes - e mais tristes - do mundo
Mais felizes     Menos felizes
1. Noruega     146. Iêmen
2. Dinamarca     147. Sudão do Sul
3. Islândia     148. Libéria
4. Suíça     149. Guiné
5. Finlândia     150. Togo
6. Holanda     151. Ruanda
7. Canadá     152. Síria
8. Nova Zelândia     153. Tanzânia
9. Austrália     154. Burundi
10. Suécia     155. República Centro-Africana

O levantamento é baseado em uma única pergunta simples e subjetiva feita a mais de 1 mil pessoas todos os anos em mais de 150 países.

"Imagine uma escada, com degraus numerados de zero na base e dez no topo", diz a pergunta.

"O topo da escada representa a melhor vida possível para você e a base da escada representa a pior vida possível para você. Em qual degrau você acredita que está?"

O resultado médio é a nota do país - que, neste ano, variou de 7.54 (Noruega) a 2.69 (República Centro-Africana).

Mas o relatório também analisa as estatísticas para explicar por que um país é mais feliz do que o outro.


O relatório deste ano também inclui um capítulo intitulado "recuperando a felicidade dos Estados Unidos", que busca entender por que os níveis de felicidade no país estão caindo, apesar da melhora econômica.

"Os Estados Unidos podem e devem aumentar a felicidade ao enfrentar a crise social multifacetada do país - ou seja, a desigualdade crescente, a corrupção, o isolamento e a desconfiança - do que focar exclusivamente ou até principalmente no crescimento da economia", afirmaram os autores do estudo.

"A crise dos Estados Unidos, em poucas palavras, é uma crise social, não uma crise econômica", acrescentaram.

Jeffrey Sachs, diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU (SDSN, na sigla em inglês), entidade responsável pela publicação do relatório, afirmou que as políticas do presidente americano Donald Trump devem deteriorar ainda mais esse cenário.

"As políticas de Trump tendem a aumentar a desigualdade. Acredito que tudo que foi proposto vai na direção contrária (ao aumento da felicidade)", afirmou ele à agência de notícias Reuters.

O relatório também indica que funcionários de escritório são mais felizes do que os de "chão de fábrica", mas ter um emprego já é, por si só, um dos fatores que mais influenciam no nível de felicidade.

E enquanto "aqueles que ganham mais são mais felizes e mais satisfeitos com suas vidas", tal efeito tem um retorno residual - "US$ 100 a mais no salário vale muito mais para alguém na base da pirâmide social do que para alguém que já ganha um bom salário".

O relatório é publicado desde 2012. Desde então, período, os países nórdicos vêm dominando os primeiros lugares do ranking.

A clara preponderância desses países - Dinamarca, em particular - vem incentivando outras nações para adotar o "Hygge" - um conceito cultural dinamarquês de conforto e relaxamento.

World Happiness Report

 

 

 

Aconteceu, terça-feira, (18/10/2016 ), às 7:15 hrs, no anfiteatro da Biblioteca do IFMG,Campus Bambuí, a 1ª Edição do Festival Curta-Extensão, uma mostra competitiva de projetos de extensão realizados pelos alunos e servidores do IFMG/Bambui.

Os projetos deveriam produzir vídeos de curta-metragem que mostrassem os trabalhos realizados e os impactos que as ações tem provocado no município de Bambuí.O 1º Festival Curta-Extensão fez parte da programação da IX Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG /Bambuí                                .

Estiveram presentes  os  professores de  português Lais Oliveira e Moisés Olímpio Ferreira, o coordenador de extensão do IFMG, Diego Ceolin e a jornalista Nancy Gonçalves  que fizeram parte da banca de jurados para avaliar os trabalhos apresentados, além de estudantes de demais cursos, professores e demais servidores.

 

O idealizador da  1a Edição do  Curta–Extensão  é  o professor do IFMG  Hudson Rosemberg Poceschi e Campos, Professor de Educação Básica, Técnica e Tecnológica e Diretor de Extensão, Esporte e Cultura do Campus Bambuí. O Professor informou que esse Festival foi o primeiro de muitos que virão por aí, nos próximos anos.

Ao todo, dezessete   projetos foram  apresentados pelos estudantes que discorreram sobre  variados  temas como: Implantação de Hortas nas escolas locais de Bambuí, implantação de um pomar na Vila Vicentina, Horta de plantas medicinais,na FioCruz, cultura do plantio da cana de açúcar para alimentação do gado, fabricação de sabão ecológico reutilizando óleo de fritura, utilização do  lixo recicláveis como arte, a fase ll do projeto de implantação do Museu Institucional do IFMG, projeto para divulgar a APAE , projeto de implantação e manutenção de horta na Associação Olga Chaves Cardoso, para educação alimentar e ambiental ,projeto de Inclusão Digital, dentre outros.

Os Projetos concorriam a uma bolsa de extensão de duração de 10 meses, para continuidade do projeto no ano de 2017.

Quinta-feira, dia 20/10, o Diretor de Extensão, Esporte e Cultura Hudson Poceschi apresentou os ganhadores da 1ª Curta –Extensão, que foram:

-Em primeiro lugar, ganhador da Bolsa de 10 meses - Projeto Fazendo Arte Sustentável - Um olhar ambiental para o lixo, da Professora Meryene Carvalho da Silva.

-Em segundo lugar, ganhador da assinatura do Jornal da Canastra, o projeto Inclusão Digital, do Prof. Gabriel Silv

-E em terceiro lugar, ganhador da assinatura do Jornal da Canastra, o projeto Plantando Sementes, Cultivando Vidas, do Prof. Ricardo Monteiro

Parabéns, ao professor Hudson Rosemberg  Poceschi   por esta ideia brilhante  para  divulgar  os projetos de extensão desenvolvidos pelo Instituto Federal de Minas Gerais.

Parabéns,aos alunos participantes que mostraram com muita criatividade, originalidade seus projetos maravilhosos, buscando interagir  e melhorias de qualidade de vida  à  comunidade bambuiense

 

A jornalista Nancy Gonçalves  recebendo uma lembrança do prof,   Hudson Poseschi

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Festival de Dança de Bambuí