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Governo fecha acordo para reduzir açúcar em alimentos - Folha de Boa ...

Anunciada pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, a iniciativa pretende reduzir em 144 mil toneladas o consumo de açúcar no país até 2022

AVISO DE FONTE

 

Segundo comunicado realizado ontem (26/11) pelo Ministério da Saúde, um acordo foi firmado com representantes da indústria e da ANVISA, visando a redução da quantidade de açúcar em alimentos industrializados. O projeto, que inclui as categorias de bebidas açucaradas, biscoitos, bolos e misturas, achocolatados e produtos lácteos, busca reduzir 144 mil toneladas de açúcar. Para comentar sobre o tema e esclarecer possíveis dúvidas, deixamos à disposição a coordenadora do curso de Engenharia de Alimentos do Instituto Mauá de Tecnologia, Prof.ª Dr.ª Eliana Ribeiro.


A data tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os cuidados de prevenção contra a pneumonia, principalmente a pneumonia infantil - a principal causa das mortes de crianças com menos de 5 anos de idade no mundo.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma criança morre de pneumonia no mundo a cada 20 segundos.
A pneumonia é uma doença pneumocócica, ou seja, que ocorre quando há uma inflamação nos pulmões, podendo ser causada por vários microorganismos, entre vírus e bactérias.


A princípio, a pneumonia pode apresentar sintomas semelhantes aos de resfriados e gripes, como febre alta, tosse, dores no corpo e mal-estar generalizado. Porém, com mais de quatro ou cinco dias de febre alta, a pessoa deve estar atenta ao aparecimento de outros sintomas que possam indicar a doença.

Sintomas da pneumonia

Os principais sintomas da pneumonia são:
-dores no tórax
-expetoração com secreção amarela (por vezes com sangue);
-falta de ar
-febre
-tosse forte

Prevenção contra a pneumonia

A melhor prevenção contra a pneumonia é a vacinação contra os principais agentes causadores da doença (exemplo: pneumococcus).
Para proteger as crianças com menos de cinco anos da pneumonia, existem algumas indicações: alimentar o bebê apenas com leite materno durante os seis primeiros meses de vida, no mínimo; lavar bem as mãos e todos os utensílios do bebê antes que entrem em con-tato com a criança evitar ambientes com atmosfera poluída, como fumaça de cigarro;

 



Uma pesquisadora brasileira recuperou consideravelmente a visão de pacientes idosos utilizando células-tronco. O resultado foi conseguido em um estudo da oftalmologista Carina Costa Cotrim, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP).

A pesquisadora utilizou uma injeção intraocular para realizar um autrotransplante de células-tronco retiradas da medula óssea. Participaram do procedimento dez pacientes com mais de 50 anos que apresentavam degeneração macular seca avançada. O material da medula de cada paciente foi coletado no próprio Hospital das Clínicas.

"A medula óssea aspirada é rica em células que podem se transformar em outras células e também apresentam grande potencial em liberar fatores de crescimento que melhoram o ambiente da retina e resgatam aquelas células doentes", afirmou a pesquisadora.

O material coletado foi processado e as células-tronco isoladas em laboratório e injetado em uma quantidade de 0,1 ml no olho de pior visão. Após a injeção, os pacientes foram acompanhados de três em três meses até completar um ano. Nesse período, diz Carina, passaram por avaliações, como tomografia de coerência óptica, para avaliar a função visual e, também, responderam questionários sobre qualidade de vida.

Carina Cotrim, oftalmologista e autora do estudo
De acordo com a oftalmologista, o estudo é uma análise inicial para o uso dessas células no tratamento da DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) na forma seca, uma doença que leva à cegueira e afeta 8,7% dos idosos no mundo. "Até o momento, não existe nenhum tratamento efetivo e, portanto, é de grande importância estudos nessa área", acredita a pesquisadora.
Durante todo o acompanhamento, o tratamento mostrou-se seguro. O exame de angiofluoresceinografia não apresentou crescimento de vasos indesejados ou tumores na retina.

"Houve melhora da visão da maioria dos pacientes tratados assim como maior estabilidade na fixação. Os idosos com menor grau da doença, ou seja, menor atrofia, apresentaram melhor evolução que aqueles com maior atrofia."

Para Carina, a explicação está no possível resgate funcional das células que ainda não morreram, mas não funcionam devido ao sofrimento. "Na avaliação da qualidade de vida, houve melhora significativa na visão de cores e na saúde mental desses pacientes já nos seis meses de acompanhamento."

A pesquisadora lembra que diversas células-tronco estão sendo estudadas para as doenças oculares em todo o mundo. Células semelhantes às utilizadas em seu estudo também foram avaliadas pela pesquisadora Susanna Park na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e também mostraram resultados animadores.
A pesquisadora lembra, ainda, que o número de pacientes na pesquisa brasileira foi pequeno, por isso novos estudos devem ser realizados para ampliar os testes e confirmar os resultados.

O artigo com os resultados foi publicado na Revista "Clinical Ophthalmology" como resultado do mestrado de Carina.

Maria Julia Petroni
Do Jornal da USP 19/07/2018


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