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Médico ortopedista do Hospital de Medicina e Cirurgia do Paraná, dr. Matheus Silva Teixeira, comenta os perigos de problemas em uma das maiores articulações

Não é preciso ser atleta para sentir dores no joelho. Atualmente, com o incentivo às práticas desportivas, houve um aumento do número de lesões nessa parte do corpo.

A dor no joelho é uma das reclamações mais frequentes nos consultórios de ortopedia. Além das práticas desportivas feitas sem orientação adequada, geralmente, obesidade, sedentarismo, entorses e traumatismos podem estar relacionados com este sintoma.

Para evitar lesões como as ligamentares, meniscais, tendinites, entre outras é importante praticar alguma atividade física. ‘‘Sempre ressalto a importância de praticar atividades físicas de maneira consciente, respeitando os limites do seu corpo e sob orientação adequada, para evitar problemas futuros como os no joelho, por exemplo’’, destacou o médico ortopedista e traumatologista, dr. Matheus Silva Teixeira, do Hospital de Medicina e Cirurgia do Paraná.

Segundo o especialista, as mulheres tendem a sofrer mais com esse problema. ‘‘Em geral, as mulheres se queixam mais de dor no joelho. Provavelmente por um menor volume muscular, associado ao sedentarismo ou a alterações anatômicas que podem ocasionar esses problemas. Os homens, no entanto, apresentam maior número de lesões associadas a traumatismos e acidentes’’, afirmou.

Qualquer desconforto no joelho não deve ser desconsiderado. Alguns fatores aumentam o risco de desenvolver problemas, e devem ser tratados rapidamente, pois podem tornar-se crônicos e de difícil controle. A avaliação deve ser realizada por um profissional capacitado, como os do Hospital de Medicina e Cirurgia do Paraná, que tem ótima localização e é famoso na capital paranaense pela qualidade do atendimento e dos profissionais, em tratos ortopédicos. De acordo com o ortopedista e traumatologista, o hospital é referência na área, portanto, faz toda diferença, já que muitas vezes o diagnóstico não é tão simples.

 

 

O medo por eventuais reações à vacina contra a febre amarela tem gerado questionamentos sobre a real necessidade de imunização, mas Artur Timerman, infectologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos e presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses, alerta que a vacinação é fundamental.

Segundo ele, a vacina – que existe desde 1937 no Brasil - é eficiente e segura e casos de reações graves, que levam à morte, são raros. "Uma em 500 mil pessoas que tomam a vacina podem desenvolver um quadro grave, mas quando contrabalanceamos esse risco com o benefício, fica claro que o ganho de se tomar a vacina é sem dúvida muito maior", reforça.

Manifestações de sintomas, como febre e dores no corpo, de forma leve, podem ocorrer uma semana após a vacinação. Essa resposta do organismo está ligada à composição da vacina, que é feita com vírus vivo atenuado, mas passa em um período de três dias.

Timerman esclarece que a prevenção, por meio da imunização da população, é a ação mais eficaz contra a febre amarela. Porém, quem acabou de tomar a vacina precisa ficar atento. "Dez dias após tomar a vacina, 90% das pessoas conseguem a imunização, mas é só depois de 30 dias que essa taxa sobe para praticamente 100%", diz.

Neste intervalo de um mês, é aconselhável continuar o uso diário de repelentes, para evitar qualquer possibilidade de ser infectado pelo vírus. Os mais recomendados, segundo o médico, possuem em sua composição DEET, Icaridina ou IR3535, que oferecem proteção contra as picadas do Aedes aegypti, transmissor da doença em áreas urbanas.

Apesar das alternativas de prevenção, deve-se ficar atento aos sintomas da febre amarela. "Caso o paciente apresente febre alta, mal estar, dores no corpo e alteração no fígado, é importante realizar exame de sangue. E, se constatada a doença, o primeiro passo é a internação", enfatiza o especialista.

 

 

 No sábado do dia 10 de março, o Hospital Felício Rocho com o apoio de seu Centro de Estudos, realiza o “I Simpósio de Cirurgia Robótica em Bariátrica”, que acontece a partir das 8h45, no auditório do Núcleo de Ciências de Saúde, localizado na rua Uberaba, 500, bairro Barro Preto. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.sympla.com.br/roboticahfr.

Direcionado a cirurgiões, residentes e acadêmicos, o evento abordará o conceito de cirurgia robótica; a maneira que este tipo de cirurgia é realizada no próprio hospital; os benefícios da cirurgia robótica para o paciente; e o compromisso assumido pelo hospital na formação de médicos e residentes.

De acordo com o diretor técnico do Hospital Felício Rocho, Roberto Carlos de Oliveira e Silva, o simpósio será uma oportunidade de disseminar os benefícios e a segurança de uma cirurgia que é assistida roboticamente. “Além disso, demonstra o compromisso do Hospital Felício Rocho em assegurar a qualidade do cuidado aos pacientes. Neste momento em que a tecnologia se mostra tão favorável ao aperfeiçoamento e aprendizado de novos caminhos, o hospital traz para Belo Horizonte este novo serviço”, afirma.

Ao falar sobre os benefícios trazidos pela cirurgia robótica, Roberto Carlos explica que o robô permite a visualização segura dos órgãos durante a intervenção. “As pinças robóticas realizam os trabalhos que são coordenados pelo médico cirurgião a partir de um console. A precisão da pinça eleva a segurança do procedimento tornando-o minimamente invasivo”, completa.

Agenda

I Simpósio de Cirurgia Robótica em Bariátrica

Data: 10 de março (sábado)

Horário: 8h45 às 18h

Local: Auditório do Núcleo de Ciências da Saúde do Hospital Felício Rocho

Endereço: rua Uberaba, 500, Barro Preto, Belo Horizonte (MG)

A insônia é um transtorno que atinge uma parte considerável da população brasileira. De acordo com pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia com 22.518 pessoas, foi constatado que 45% dos brasileiros dormem mal, 32% demoram muito tempo para iniciar o sono e 52% das pessoas acordam cansadas.

O período adequado para o descanso é de seis a oito horas por noite. Segundo a coordenadora do curso de Psicologia da Anhanguera de Pelotas, Cynthia Yurgel, devido ao ritmo acelerado do dia a dia, este se torna um desafio para grande parte das pessoas. Já, para crianças e adolescentes, a quantidade ideal é estabelecida de 10 a 12 horas de sono diárias.

As causas da falta de sono são variadas, mas, o efeito pode prejudicar a vida das pessoas. "A insônia persistente pode estar associada a consequências de longo prazo, incluindo o aumento do risco de transtornos depressivos graves, qualidade de vida insatisfatória, hipertensão e até infarto", explica.

A insônia é um sintoma comum, associado a transtornos de ansiedade e a quadros depressivos. De acordo com a docente do curso de Psicologia da Anhanguera de Joinville, Renata Poiski, pode acarretar em prejuízos no funcionamento geral do indivíduo, afetando a capacidade física, de atenção, memória, concentração e humor. Dessa forma, quando a insônia for constante, é necessário uma avaliação profissional.

Já para pessoas em que a insônia não é frequente, além de hábitos mais saudáveis, vale criar momentos relaxantes antes de dormir, como ouvir música e, estar em um ambiente com pouca luminosidade e com temperatura adequada. Assistir televisão; acessar a internet; álcool em excesso, bebidas estimulantes e, alimentos de difícil digestão no jantar podem prejudicar o sono. Assim como fatores ligados a ansiedade, preocupações, predisposição para despertar, tendência para reprimir emoções, causas genéticas e horários irregulares para dormir. A especialista explica que hábitos saudáveis incluem cuidados com a saúde em geral. A prática regular de exercícios físicos, por exemplo, proporciona a produção de neurotransmissores que favorecem uma boa noite de descanso.

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