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Canastra Turismo - Upssala - Suécia PDF Imprimir E-mail

 

 

 

 

 

 

Eu  e  minha filha Kelley Cristine ,  estivemos em  maio, de 2017  na Suécia, em Estocolmo!
Resolvemos dar uma esticadinha até a cidade de Uppsala,  que já  conhecia , através de um cartão postal  que recebera de um amigo  e que estivera por lá ,em 1968.
Como o tempo era curto, o passeio teve que ser rápido e superficial e vimos muita coisa apenas pelo lado de fora.
O passeio já teria compensado apenas por termos andado um pouquinho pela cidade, descansando em um de seus banquinhos , de vista para o Rio   Fyrisån, o que corta a cidade.
Posso falar  que Uppsala  parece ter saído de um conto de fadas!
É  uma cidade cheia de estudantes e por isso tem um astral um pouco diferente, mais jovem. A cidade  sedia a Universidade mais antiga da Escandinávia, a renomada Universidade de Uppsala,  fundada em 1477.  Uma de suas atrações  é a Biblioteca Carolina Rediviva, que abriga mais de 5 milhões de livros, mas da qual só  vimos a fachada.
Próximo à biblioteca está o Castelo de Uppsala . De lá é possível avistar o Jardim Botânico e o museu de Carl Linnaeus .
O Castelo foi originalmente construído pelo rei Gustav Vasa no século XV,   mas em 1702 foi praticamente destruído por um incêndio. Sua reconstrução levou vários anos!
Mas, a maior atração de Uppsala  é sua Catedral (Domkyrka),com quase 120 metros de altura é um daqueles prédios que a gente nunca consegue enquadrar inteiro numa foto!  Sua construção durou mais de 100 anos e a inauguração ocorreu em 1435.
Até  o século XVII a coroação dos reis suecos era feita na Catedral de Upp-sala, quando então a cerimônia foi transferida para a Catedral de Estocolmo. Mas é lá que estão ainda hoje  enterradas várias personalidades suecas, inclusive o mais famoso de seus monarcas, Gustav Vasa.
Uppsala está pertinho de Estocolmo, a menos de uma hora de trem.
Para fechar o passeio com chave de ouro, tiramos lindas fotos em uma bela  pracinha com muitas flores muticoloridas!    
A esticadinha pela linda e aconchegante Uppsala valeu a pena e recomendamos este passeio quando você for  à  Suécia!

 
Biblioteca Nacional da Syécia PDF Imprimir E-mail

A Biblioteca Nacional da Suécia - em sueco é Kungliga biblioteket ou KB.
Ela está  localizada em Estocolmo, e é a depositária do património bibliográfico da Suécia desde 1661.
Pertence ao Ministério da Educação, sendo dirigida pelo Bibliotecário-Chefe da Suécia.
Ela é  responsável pela gestão do LIBRIS - a base nacional de dados bibliográficos da Suécia.
As imagens desse post refletem sobre nossa visita realizada à Biblioteca Nacional da Suécia (Kungliga biblioteket) em  maio de 2017.
Na  área de  entrada da  Biblioteca possui duas expressivas estátuas que são conhecidas como :
A Mulher que lê e  O homem que escreve.  
Na  porta de entrada  também apresenta surpresas  com imagens  dos  dois  mais conhecidos e queridos escritores suecos:
August Strindberg e Selma Lagerlöf.  
Sobre Selma, havia feiro uma pesquisa sobre ela e confesso que me tornei sua fã. Fiz a leitura de três de seus livros  antes de ir á Suécia e adorei  suas histórias  que são muito cativantes, inesquecíveis e envolventes.
Na área  para Café  notamos um lindo espaço , onde  após várias caminhadas  pela biblioteca  pudemos desfrutar deliciosos quitutes, para adquirirmos mais energias e continuar com as visitas  na parte restante !   
Um funcionário veio nos receber e com ele  percorremos  as  áreas do anexo,  espaços reservados para as pesquisas de acervos de microfilmes e periódicos digitalizados.
Visitamos  a área :Salas de Leitura  somente para os jornais diários suecos e muitos outros estrangeiros  disponíveis em formato micro  filmado.
Um passeio pela Kungliga  pode  perceber lindos recantos , coloridos e confortáveis, apesar de que muitas das áreas são restritas!
Durante a nossa visita conhecemos   uma  aconchegante e pequena sala de auditório!
Percebí  que a Biblioteca Nacional da Suécia -tem  um grande fluxo  diário de usuários. A maioria formada por pesquisadores avançados.
A principal sala de leitura se projeta com um grande vão com colunas metálicas e estantes que se estendem até o teto. Percorremos  os espaços superiores, estreitos corredores ou aparadores de corpos que criam relação de proximidade entre livros e o ambiente de estudo.
As coleções da Biblioteca Nacional consistem de mais de 18 milhões de objetos, incluindo livros, cartazes, imagens, manuscritos, jornais e outros suportes da produção do conhecimento. Aproveitando a ocasião deixei ali um exemplar do “Jornal da Canastra”, que foi bem recebido pelo funcionário!
Há uma sala restrita aonde pesquisadores em fases avançadas de estudos podem dispor de um espaço, inclusive com armários para guarda de seus pertences. É a sala com maior grau de silêncio aonde se percebe que as pessoas estão bastante concentradas em suas leituras e anotações.  
Percorrer  os espaços da Biblioteca Nacional da Suécia foi fascinante!
Passamos várias horas na biblioteca, e nem percebemos a hora de sair de lá!
Registramos com lindas imagens a nossa permanência ali, durante várias horas !
Saimos dali com a promessa de  retorná-la  em um futuro bem próximo!
Por Jornal da Canastra

 
Minas Gerais lança maior rota de turismo religioso do Brasil PDF Imprimir E-mail

 

Circuito liga Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade, em Caeté, ao Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo, passando por 32 municípios mineiros

 

 

Minas Gerais traz em sua bagagem uma cultura religiosa muito forte.  As peregrinações e as festas religiosas fazem parte do calendário de várias cidades mineiras e são as principais responsáveis por movimentar o turismo religioso no estado. Agora, essa história tricentenária de fé e religiosidade será celebrada entre os dias 1º a 3 de setembro, durante a abertura do II Salão Nacional do Turismo Religioso, com o lançamento oficial do Caminho Religioso da Estrada Real (CRER), em Caeté. Durante o evento, será realizada a Romaria 550, que liga o Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade, localizado em Caeté, ao Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo, passando por 32 municípios mineiros e seis paulistas, num percurso de mais de mil quilômetros. O nome Romaria 550 é uma referência aos 250 anos de peregrinação a Piedade e aos 300 anos de peregrinação a Aparecida (veja mais informações abaixo).

Com o lançamento do CRER, a Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur-MG) aposta na diversificação da oferta turística das regiões que abraçam a rota. Além disso, o caminho também contribui para a manutenção da tradição histórico-cultural das comunidades locais. “Vale ressaltar que, desde o período colonial, Minas Gerais sempre deu grande valor ao turismo religioso e, em nossa gestão, estamos trabalhando para que o setor continue crescendo e atraindo cada vez mais turistas, na expectativa de que o estado se desenvolva economicamente e continue sendo referência para os fiéis”, diz o secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Ricardo Faria.

Dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apontam que 8,1 milhões das viagens domésticas no Brasil são motivadas pela fé. “Por meio do Caminho Religioso da Estrada Real, os peregrinos poderão conhecer nosso estado não apenas pelas experiências de fé, mas também em suas mais variadas formas, como gastronomia, história e cultura”, completa Faria.

CRER

Inspirado no consagrado Caminho de Santiago de Compostela, da França à Espanha, o CRER tem como objetivo desenvolver e estruturar o segmento de turismo religioso em Minas Gerais a partir da formatação de produtos turísticos que associem experiências turísticas à religiosidade, que é marcante no estado. A ideia surgiu em 2001, quando dois caminhantes, com apoio do Instituto Estrada Real (IER) e da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), percorreram, em 36 dias, toda a Estrada Real, identificando as principais necessidades para sua consolidação. Entre 2002 e 2004, depois de rigoroso levantamento e demarcação, foram fixados os marcos sinalizadores.

Atualmente, o trajeto pode ser percorrido a pé, de bicicleta, a cavalo ou em veículos 4 x 4 Off Road,  configurando-se, assim, como uma opção de turismo e peregrinação com prestação de serviços qualificados para atender os visitantes e peregrinos em uma única viagem ou por etapas, conforme a sua disponibilidade. “O turista pode iniciar a rota de qualquer ponto e percorrer os trechos que desejar, não sendo obrigatório realizar todo o caminho de uma só vez”, explica Eberhard Hans Aichinger, representante da Sacrum Brasilidades, empresa gestora do CRER.

A rota cruza os municípios mineiros de Caeté, Sabará, Raposos, Barão de Cocais, Nova Lima, Santa Bárbara, Rio Acima, Catas Altas, Itabirito, Mariana, Ouro Preto, Ouro Branco, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, São Brás do Suaçuí, Entre Rios de Minas, Casa Grande, Lagoa Dourada, Prados, Tiradentes, Santa Cruz de Minas, São João del Rei, Carrancas, Cruzília, Baependi, Caxambu, São Lourenço, Pouso Alto, São Sebastião do Rio Verde, Itamonte, Itanhandu e Passa Quatro – os paulistas Cruzeiro, Cachoeira Paulista, Canas, Lorena, Guaratinguetá e Aparecida.

Em Minas Gerais, o trajeto está todo sinalizado para que o peregrino possa se orientar com segurança. Totens instalados em locais estratégicos indicam as direções e placas indicativas apresentam o mapa geral do caminho, mostrando os municípios do percurso.

Nos últimos anos, a Setur ampliou a implantação das estruturas físicas, totalizando 22 quiosques, 38 paraciclos,  uma escada de acesso, três passarelas, 64 placas informativas, 1.771 totens indicativos, 119 placas de advertência para os motoristas e reparação de uma cabeceira de ponte e uma pinguela. Para marcar o caminho percorrido, o turista poderá adquirir um passaporte, onde registrará as cidades onde esteve. Estes carimbos estarão disponíveis nos pontos de apoio do CRER, geralmente localizados nas secretarias paroquiais de cada município ou nos pontos de informações turísticas da cidade. Ao final do percurso, seja no Santuário Nossa Senhora Aparecida ou no Santuário Nossa Senhora da Piedade, o peregrino que apresentar o seu passaporte carimbado em sua totalidade, receberá um certificado de conclusão de todo o Caminho Religioso da Estrada Real.

Romaria 550

Em comemoração aos 250 anos de peregrinação ao Santuário Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, e os 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida, protetora do Brasil, foi organizada a Romaria 550, que instalará oficialmente o CRER. No dia 3 de setembro, os participantes, que vão percorrer o caminho a pé, sairão do Santuário da Piedade, chegando com os demais participantes, no dia 9 de outubro, ao Santuário Nacional de Aparecida, quando será celebrada a missa solene, recepção aos romeiros e ao reconhecimento do CRER como uma romaria oficial de peregrinação.

Para o arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, “a singularidade do Caminho Religioso da Estrada Real reside na riqueza e na beleza do seu conjunto paisagístico e arquitetônico, particularmente sacro. Esse é um dos projetos com maior potencial turístico de Minas Gerais e, por isso, merece atenção de todos os mineiros. O CRER precisa estar no coração de cada mineiro, nos projetos empresariais e nos investimentos governamentais”.

Na ocasião, as quatro modalidades para percorrer todo o percurso estarão disponíveis e serão conduzidas por operadores com expertise em suas áreas. Para mais informações de como participar da Romaria 550 basta acessar o site www.sacrumbrasilidades.com.br.


Legenda: Santuário da Serra da Piedade é um dos principais pontos do novo caminho turístico, que será oficialmente lançado em setembro


 
Skansen, Museu a céu aberto , em Estocolmo, na Suécia PDF Imprimir E-mail

 


Estocolmo  é uma cidade encantadora, com um povo muito acolhedor e que vem atraindo milhares de turistas todos os anos por sua beleza, peculiaridades e histórias. Uma maneira de descobrir como é a cultura deste país, onde moram, como se vestem e o que comem, e de conhecer seus animais é visitando o Skansen.
Venha comigo conhecer um pouco deste curioso e antigo museu a céu aberto.
De barco com destino a Djurgården  embarcamos ,no Slussen/Gamla Stan, eu e minha filha Kelley Cristine  para visitar esta ilha, uma antiga área de caça real.

A ilha  é atualmente um espaço fantástico de entretenimento e lazer no centro de Estocolmo! Uma de suas  principais atrações inclue o Museu Skansen,ao ar livre ,o Museu Vasa,(reportagem da última edição , mês de julho, do Jornal da Canastra)  e muitos outros.   
O Skansen foi fundado por Artur Hazelius em 1891. É o mais antigo museu a céu aberto do mundo, e está situado na ilha de Djurgården, dentro dos limites da cidade de Estocolmo. Os ideais do fundador permanecem vivos no museu. Ele queria trazer à vida a tradicional cultura rural do país, exibindo casas mobiliadas e fazendas, terrenos cultivados e jardins e animais domésticos e selvagens. Em seu início, o museu Skansen tinha seu foco sobre a agricultura e a cultura Sami (povo "indígena" que habita a Lapônia, região do Ártico).


Após uma extensa viagem, Hazelius comprou cerca de 150 casas de todo o país e enviou por navio peça por peça dessas casas para o museu, onde foram reconstruídas para fornecer uma imagem única da tradicional Suécia. Apenas três dos edifícios no museu não são originais, e foram meticulosamente copiados a partir de exemplos que ele havia encontrado. Todos os edifícios estão abertos aos visitantes para mostrar todas as formas de vida suecas, passando pelas simples aldeias agrícolas às ricas residências da nobreza.
Os locais ilustram as diferentes condições sociais em que as pessoas viviam na Suécia, entre o século 16 e a primeira metade do século 20. A maioria das casas e fazendas são de 18, 19 e início do século 20.
O museu apresenta também uma reprodução fidedigna de uma pequena cidade com as oficinas dos artesãos que trabalhavam o couro, a prata e o vidro, além de uma padaria ativa que possibilita ao visitante desfrutar do aroma e sabor do delicioso pão sueco. No parque do museu que se estende sobre uma área de 300.000 m², encontra-se um extenso jardim zoológico que mostra uma grande variedade de espécies da Escandinávia e outras mais exóticas.
É possível passar horas perambulando  pelo imenso terreno, esbarrando em jardins  fofos, casas totalmente mobiliadas, partes  de  fazendas, escolas e lojas típicas de várias regiões do interior da Suécia do século XVI à metade do XX. E o lugar é  totalmente interativo :dá pra entrar nas casas,   comprar comida na  padaria e até conversar  com os habitantes desse  mundo de antigamente, que ficam por lá vestidos com as roupas típicas e exercendo atividades manuais  tradicionais    com couro, tecido, vidro etc. Foi com muita alegria que até participei de uma dança folclórica ,quando alguns jovens  faziam  apresentações,  no Salão de  festas e shows.
O Skansen inclui também  um   zoológico dedicado principalmente a animais da Escandinávia, como bisão,  ur-sos, alces, linces,  raposas, lobos, renas, cava- los, bodes, gansos, patos e    outras tantas espécies    selvagens.
Adorei conhecer   o Museu  Skansas   senti-me com uma   criança aos conhecê-lo!
Saimos dali com uma promessa : em um futuro bem perto  voltar a este local  para matar as saudades !
Por JCanastra

 
Museu Vasa PDF Imprimir E-mail

 

 

De barco com destino a Djurgården  embarcamos no Slussen/Gamla Stan, eu e minha filha Kelley Cristine  para visitar esta ilha, uma antiga área de caça real.

A ilha  é atualmente um espaço fantástico de entretenimento e lazer no centro de Estocolmo! Uma de suas  principais atrações inclue o Museu Vasa, e muitos outros.   
O Vasa é um navio   que foi mandado construir  por Gustavo Adolfo II, rei da Suécia, e demorou dois anos a ser terminado. Possuía três mastros e podia suportar dez velas, media 52 metros da cabeça do mastro à quilha e 69 metros da proa á popa e pesava 1200 toneladas. Depois de terminado, tornou-se num dos barcos mais poderosos jamais construído.
Hoje em dia, é possível calcular com preciso a forma como um navio deve ser projectado de forma a navegar de forma eficaz. No século XVII, utilizavam tabelas de dimensões consideradas eficazes no passado. Com base em documentos contemporâneos, sabemos agora que os pro- jectos de construção do Vasa foram alterados depois de começarem as obras.
O rei pretendia que a bordo fosse instalado um número de canhões superior ao normal, o que significa que as dimensões inicialmente escolhidas para o navio deixaram de ser apropriadas e os construtores viram a sua situação complicar-se. O navio foi construído com uma superestrutura superior, com dois convés fechados para canhões. No fundo do navio foram colocadas inúmeras pedras enormes que serviam como lastro para o manter estável na água. Mas o Vasa estava demasiado desequilibrado e as 120 toneladas de lastro não eram suficientes.
O Vasa era suposto ser um dos maiores navios da Marinha sueca. Possuía 64 canhões, a maioria de 24 libras (disparavam balas que pesavam 24 libras ou mais de 11 kg). A Suécia possuía cerca de vinte navios de guerra, mas nenhum deles transportava tantos canhões e tão pesados como os do Vasa.
Após vários anos de preparação, o Vasa voltou novamente à  superfície em 24 de Abril de 1961. Era agora necessário pre- servá-lo. Destroços naufragados durante tanto tempo tinham de ser submetidos a um tratamento especial, caso contrário, existia o risco de a madeira fender e desfazer-se em pedaços com o passar do tempo.
Inicialmente, o Vasa foi salpicado com água, enquanto os peritos tentavam descobrir um método de conservação apropriado.
O conservante escolhido foi o polietileno glicol (PEG), um produto maleável solúvel na água que penetra lentamente na madeira, substituindo a água. A vaporização com PEG continuou durante vários anos.
Juntamente com o Vasa, foram recuperados mais de 14 000 objetos de madeira soltos, incluindo 700 esculturas. Estas foram preservadas individualmente e recolocadas nos lugares de origem, no navio. Esta tarefa revelou ser um autêntico quebra-cabeças.
Os navios de guerra do século dezessete não eram simples engenhos de guerra, eram autênticos palácios flutuantes. As esculturas recuperadas possuíam vestígios de ornamentos dourados e de pintura. As análises atuais mostram que tinham sido pintadas com cores garridas sobre um fundo vermelho. As esculturas representavam leões, heróis bíblicos, imperadores romanos, criaturas marinhas, divindades gregas, entre outros, e tinham por objectivo enaltecer a monarquia sueca e exprimir o seu poder, a sua cultura e as suas ambições políticas.
A conservação e manutenção do Vasa constituem uma tarefa ininter rupta. A sua conservação depende essencialmente de um clima estável. Enquanto os destroços estiveram submersos, as cavilhas de ferro desfizeram-se com a ferrugem, escurecendo as tábuas de carvalho. No final, apenas estava preso por cavilhas de madeira. Os poluentes existentes na água formaram grandes quantidades de enxofre, que foi penetrando na ma- deira. Atualmente, o enxofre reage com o oxi- gênio transformando-se em ácido sulfúrico, que é nocivo para a madeira, mas inofensivo para os visitantes do museu. As investigações para a conservação a longo prazo do Vasa continuam.
Quando o Vasa se afundou, o tempo parece ter parado. O que foi recuperado em 1961 foi uma peça em bom estado de conservação do século XVII. Cada um dos inúmeros objetos recuperados tem uma história para contar. Entre eles, encontram-se esqueletos dos membros da tripulação, bem como os seus pertences e o equipamento do navio.
No meio da lama e do lodo, no fundo do Vasa, os autores do achado encontraram as seis velas que não tinham sido desfraldadas quando o navio naufragou. São as velas mais antigas do mundo a terem sido recuperadas e, antes do trabalho de conservação, encontravam-se num estado de fragilidade extrema. As investigações sobre os achados continuam ainda. No museu, encontram-se em exposição vários objectos exclusivos, dando a conhecer vivências de outras eras e dos respectivos povos.
Um excelente passeio para quem visitar Estocolmo!

Por JCanastra

 
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